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2020.05.30 00:46 Peterjax01 Anúncios Classificados Grátis Venda Mocambique

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2020.03.05 22:31 pangecc [Serio] vendi o carro no OLX e correu mal

Então, antes de mais sei que não fiz as coisas bem feitas, que seja.
Tinha um carro e queria livrar me dele o mais depressa possível. Estava estragado e não tinha paciência para o consertar, já estava velho.
Meti no OLX e em menos de 30min já tinha 15 mensagens de 15 interessados (nunca na minha vida me aconteceu semelhante).
No anúncio disse que o carro estava estrago, sem IPO etc.
Um tipo mandou mensagem a oferecer mais que no anúncio, eu disse para ele ter calma, sendo que ele estava a dizer que queria o carro na hora.
Fizemos o negócio, ele levou a declaração de venda e disse que na segunda-feira(da próxima semana) ia vender o carro a outro então deixava assim para não ter que fazer duas passagens. (Sou burro eu sei)
Dinheiro na mão negócio feito.
Hoje liga me que o carro tem a junta queimada e o bloco partido, ora eu não percebo muito mas há um mês estive na Mercedes a ver do carro eles fizeram um check-up que nem de longe nem de perto falam disso. O carro nunca teve problemas a pegar nem fazia fumo nem aquecia.
Ele diz me que é cigano e que vai me fazer uma espera mais a família. Eu digo que vou apreender a matrícula e que de mim não vem um cêntimo (isto soa a fraude, ele deve ter mudado as peças do motor e agora quer me devolver um carro todo fdd)
Liguei logo para a PSP e disseram me para lá passar, para no mínimo, ir havendo registo caso haja uma multa no carro (que ainda está em meu nome).
Assim que lhe falei em polícia ele ficou com medo, já me tinha dito me que tem uma frota Uber e portanto imagino que registo criminal deva ser a última coisa que ele quer.
Em suma, que devo fazer? Devolvo o dinheiro e fico com um carro que continua estragado (ou até mais) e mando para abate. Fico com o dinheiro e vou à polícia abrir uma queixa-crime de fraude? Isto é tudo bluff para eu ceder?
Na net há reports similares a este.
Edit:
Fui na PSP eles fizerem um relatório para me salvaguardar em caso do gajo arranjar multas em nome do carro.
Esta manhã era suposto termos acordado numa decisão. Estava a dormir não atendi as várias chamadas. Só lhe deixei esta mensagem:
Ola (Tipo que me queria foder a vida) Sim sei o que vou fazer. Situações iguais a esta estão relatadas na internet e na polícia vezes sem conta. O carro não saiu das minhas mãos com o problema que refere e por isso não sou eu que estou a ser incorreto. Podemos resolver a situação a bem e você passa o carro para seu nome ou de quem quiser nos próximos dias ou vou avançar com uma queixa formal na polícia e com a apreensão da matrícula no IMT. O incidente está já registado nas autoridades. Por isso se o carro for usado para fins ilícitos o mesmo já se encontra identificado como já sua posse. Depois das ameaças de ontem nem deveria de lhe dar a oportunidade de registar o veículo em seu nome. Mas em boa fé vou permitir que o faça. Se não me enviar o comprovativo de venda até quarta dia Xyz eu avanço com a apreensão da matrícula. Agora a decisão é sua. Um bem haja.
Depois disto nunca mais me ligou ou mandou mensagem.
O número da esquadra mais próxima (fica a 1km daqui) está na minha lista de speed dial. E o seguro cancelado. Se ele não muda o título já tenho a 2ºvia encaminhada e os 120€ para dar no fim dos 30 dias que ele tem para mudar o título do carro.
Vou deixando updates.
TL;DR vendi um carro a um cigano, ele está a dar-me um golpe.
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2020.03.03 19:56 joaohonesto Como os Corruptos e 'Laranjas' movimentam tanto dinheiro se o gerente do banco fica me controlando cada vez que eu movimento uma quantia maior?

Pergunta do título: Como os corruptos, políticos, empresas que pagam propina e os tais 'laranjas' movimentam tanto dinheiro, sacam fortunas em papel-moeda pra pagar de propina, se o gerente do banco fica me controlando de perto cada vez que eu preciso fazer uma movimentação maior na minha conta bancária?
Hoje precisei fazer um TED com um valor um pouco acima do meu limite do aplicativo, e precisei ir na agência do Banco do Brasil. OK. Chegando lá, o gerente da agência ficou perguntando por que eu ia retirar esse dinheiro, pra onde ia, qual era o motivo. Quando eu indiquei qual o banco de destino (Banco Máxima), ele começou a me questionar: "Nunca ouvi dizer desse Banco Máxima, certeza que você quer movimentar pra lá? É um valor muito alto pra um banco pequeno assim".
Uma hora depois, enquanto eu almoçava, o gerente da minha conta me ligou para confirmar "Ô JoãoHonesto, foi vc que fez esse TED? Eu nunca vi essa conta pra onde vc mandou o dinheiro, pra que vc enviou dinheiro pra lá?".
Ô caralho, não dá nem pra comprar um carro usado com esse dinheiro, parece que eu tava transferindo uma fortuna de 150 milhões de reais pra um paraíso-fiscal na Suiça, e não 15 mil reais pra outro banco dentro do território nacional.
Em 2007, na época da CPMF, um parente próximo foi sacar, na agência bancária, um valor relativo à uma venda de uma casa para, depois, depositar em outro banco (e economizar 1 CPMF). Observe-se que era uma casa de médio-porte em uma cidade de interior, e não um bloco de mansões de luxo nos Jardins ou na Barra da Tijuca, então não era uma fortuna sendo sacada, era o preço normal de uma casa normal.
Para sacar o dinheiro, ele precisou fazer um pedido especial na agência, informando o valor que seria sacado, o dia e hora do saque, e qual o motivo do saque, tudo assinado.
Eu fui junto com ele pra acompanhar levar o dinheiro pra outra agência. Chegando na agência onde seria depositado, o caixa quase teve um treco de ver aquela quantidade de dinheiro, chamou 2 seguranças pra "proteger" a gente e chamou o gerente pra continuar o depósito. Novamente, o gerente perguntou de onde veio aquele dinheiro, meu parente precisou assinar uns papéis declarando o motivo do depósito, assinou 30 papel diferente.
Desculpem-me o palavreado, mas porra! Como que esse pessoal aí movimenta milhões e ninguém vê, envia dinheiro pra fora do país para paraísos fiscais, o Ministro lá tinha dezenas de malas de dinheiro no apartamento dele. De onde vem tudo isso, se pra sacar o dinheiro de uma venda de uma casa no interior o banco fez um alvoroço do caralho e teve que explicar o motivo tanto pra sacar como pra depositar o dinheiro? Se pra eu fazer um TED de 15 mil reais o cara da agência perguntou pra onde ia o dinheiro, meu gerente me liga depois pra perguntar pra onde ia o dinheiro?
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2020.01.31 08:47 Emile-Principe Tecnologia, Ciência e industrialização

Com o fracasso dos projetos Liberais (da era Color a era F.H.C.), Social Democratas/ Social Liberais (de Lula a Dilma), assim como o fracasso das sucessivas tentativas do Nacional Deselvolvimentismo (de Getulioa J.K.) –sem falar das várias desastrosas acoes do Exército (com seu marco durante a ditadura militar) –o Brasil tem passado nos últimos anos (não exclusivamente, mas de forma mais retunda e concisa) sob o auto-questionamento sobre seu desenvolvimento histórico. Esse questionamento se delineia das mais diversas formas –algumas mais claras e conscientes do que outras -, tais como: Comopromover o desenvolvimento do Brasil? Como fazer o Brasil sair de sua situação de dependência? Como melhorar a qualidade de vida do Brasileiro? Como acabar com a criminalidade? Como dar fim a corrupção? Como promover uma nação forte? , Etc. O subsumir desses questionamentos, pode facilmente ser traduzido por uma tomada de consciência –ainda que em sua forma mais abstrata e afastada da realidade –do brasileiro comum sobre a questão nacional/ a consciência da necessidade de criar-se uma nação forte e poderosa como condição para vencer essas contradições/ a consciência de que tao somente uma nação forte e poderosa sera capaz de definitivamente dar fim a criminalidade, a corrupção e a todas as mazelas sociais criando caminho para uma sociedade próspera/ a consciência de que tao somente uma nação forte e poderosa sera capaz de conduzir a economia social para a sua prosperidade. A pergunta subsumida, então, se reedifica sob a questão: Como conduzir a nação brasileira a tornar-se uma nação forte e poderosa? A Historia e uma auxiliar maravilhosa para responder a esse tipo de questionamento, uma vez que nos ensina por exemplosconcretos (pela ciência da história), como outras nações o fizeram. E sempre valido tomar o exemplo de nações vizinhas que foram fundadas sob circunstancias muito similares as circunstância as que o Brasil foi fundado, e que, no entanto, diferente do Brasil, foram vitoriosas ao dirigir-se rumo a sua emancipação. Dentre todos os países do continente americano (no qual o Brasil se situa), o mais exitoso em seu processo de emancipação, e da criação de uma nação forte e poderosa, foi obviamente os Estados Unidos. O que ha ocorrido nos Estados Unidos, que não ha ocorrido no Brasil, de forma a marcar tao profunda diferença? Vejamos: alguns dirão que o fator preponderante para o desenvolvimento dos Estados Unidos como nação forte e poderosa foi o seu processo de independência de iniciado em 1775 e concluído em 1783. As recíprocas diferenças entre o processo de independência do Brasil e dos Estados Unidos seriam as grandes responsável pelos resultados finais, em que os Estados Unidos se tornou uma nação forte e poderosa, enquanto o Brasil teria mantido a sua condição de nação fraca e dependente. A despeito da guerra de independência dos Estado Unidos, e de suas recíprocas diferenças com o processo de independência do Brasil, o fato e que não se observa nenhum salto, nem quantitativo, nem qualitativo nas relações de produção dos Estados Unidos ate meados de 1870, quando os Estados Unidos como nação, finalmente vai começar a passar por um processo de industrialização que o lavara a se tornar uma das nações mais prósperas e ricas do mundo. O que ha ocorrido? Quais foram, então, as razoes dessa decolada econômica dos Estados Unidos, se não foi o processo de independência? Vejamos: não se trata aqui de dizer que o processo de independência dos Estados Unidos não foram um fator extremamente importante para o seu desenvolvimento. Mas trata-se de dizer que seu desenvolvimento real, se deu as custas de algo mais. O processo de independência dos Estados Unidos se deu porque a burguesia nacional dos Estados Unidos (uma burguesia constituída totalmente por donos de terras – fazendeiros), eram obrigados a exortar parte significativa de sua produção para a Inglaterra (colonizadora dos Estados Unidos), para que a Inglaterra pudesse usar essa produção agrícola para comercializar com as nações europeias e asiáticas. A burguesia nacional dos Estados Unidos de então, se deu conta de que, exortando todo o exortado para a Europa, eles perdiam parte significativa de sua capacidade produtiva, já que se eles não ficassem com a produção inteira, não poderiam comprar mais terras na América, expandir suas terras pela América, nem mesmo financiar sua mao de obra escrava para produzir mais. Era evidente para a burguesia ruralista estadunidense que o desenvolvimento das forcas produtivas nacionais dependia inteiramente de sua ruptura com a Inglaterra: somente assim os donos de terras teriam condições econômicas de -comprando mais escravos, negociando suas terras, e expandindo suas plantações –expandir a produção. Como se ve, a expansão da produção era uma necessidade histórica objetiva, capaz não apenas de desenvolver as forcas produtivas do pais, mas também capaz de fundar uma nação independente e autônoma. Ainda assim, por mais quase 100 anos, apos a independência dos E.U., a produção se via ainda controlada pela Europa, uma vez que, mesmo que os estadunidenses não tivessem que exertar sua produção para a Inglaterra, o desenvolvimento das capacidades produtivas do pais (ainda completamente rurais e agrícolas de exportação primaria – tais como soja, e milho), dependiam de um maquinário especializado produzido apenas na Europa. O Pais se via então na situação em que, ainda que formalmente independente, mantinha a sua dependência econômica que passava pelo fato de que, os Estados Unidos vendiam mercadorias agrícolas primarias como milho para a Europa, para comprar das indústrias europeias o seu maquinário extremamente desenvolvido pela sua indústria: o que basicamente significava, vender coisas baratas para comprar coisas caras. Mais do que isso: essa relação de dependência se dava também com relação ao modo (a forma) de como as trocas eram feitas: como a Europa dominava o mercado mundial de produção fabril (de fábricas), eles tinham o monopólio de para quem iriam vender, e a que preço, enquanto os Estados Unidos comercializavam um produto que também era comercializado em todos os 5 continentes, e por tanto não tinham nenhum controle sobre as taxas de cambio e valores de troca. A mesma porcão de milho que 1 ano atras fora vendido pelo equivalente a 1000 libras, 1 ano mais tarde, pela superprodução de milho no oriente, seria vendido pelo equivalente a 150 libras. Não suficiente, essa troca era absolutamente necessária para os Estados Unidos, uma vez que o maquinário usado para a colheita do mesmo milho, vinha todo da Europa já que os Estados Unidos não tinha uma indústria capaz de produzi-los. Como ja se ve claramente, assim como perante a guerra de independência, era uma necessidade histórica objetiva a independência dos Estados Unidos – para desenvolver as forcas produtivas do pais, e para criar soberania nacional – quase 100 anos mais tarde também era uma necessidade histórica objetiva – para desenvolver as forcas produtivas e para criar soberania nacional – que os Estados Unidos se industrializasse/ fosse capaz de produzir industrialmente aqueles produtos necessários para sua produção agrícola: do contrário, os Estados Unidos permaneceriam sendo semi-colonia das potencias europeias. E foi exatamente esse o motor essencial daquilo que conhecemos como Guerra Civil, ou Guerra de Secessao de 1861 a 1865. A guerra se deu porque Abraham Lincoln se deu conta de que, mantendo a relação do mercado internacional tal como essa estava estabelecida quando ele chegou ao poder, os Estados Unidos permaneceriam em uma situação de semi-colonia das nações Europeias. Era necessário criar impostos pesados sobre os produtos industriais europeus para que a pequenina indústria estadunidense – ainda em sua fase mais primaria – tivesse condições de concorrer dentro do mercado estadunidense com os produtos Europeus. Isso era obviamente desvantagem para a indústria agrícola, ja que, com impostos mais altos sobre os produtos europeus, os produtos chegariam mais caros as fazendas, diminuindo a capacidade de compra dos ruralistas, diminuindo consequentemente sua capacidade de produção. Isso era desvantagem para os ruralistas também porque, uma vez que os Estados Unidos aumentassem os impostos sobre os produtos europeus, as nações europeias aumentariam também os impostos sobre os produtos estadunidenses provocando assim a inflação dos produtos estadunidenses no mercado europeu, obrigando o comprador europeu a comprar de outros países com preços mais baratos (uma vez que o aumento do imposto não insidiam sobre seus produtos). Os produtos industriais da Europa (devido ao fato de que a Europa já havia passado por um processo de industrialização profundo), eram não somente de qualidade superior, mas também mais baratos, já que as forcas produtivas das potências europeias já haviam se desenvolvido razoavelmente. Isso tudo aparecia não como razoes contra Lincoln, mas como razoes a favor, uma vez que, se os produtos Europeus eram tao superiores aos estadunidenses, tanto em qualidade quanto em preço, a indústria dos Estados Unidos não tinha nenhuma condição de competir com a indústria das potências europeias. Era necessário entao, criar um mercado nacional primeiro para a produção industrial dos Estados Unidos, fortalecendo a indústria, desenvolvendo sua capacidade produtiva, para so entao os Estados Unidos ter condições de disputar mercado com a Europa. E nao seria absolutamente possível criar um mercado nacional para a indústria nacional dos Estados Unidos, sem que fosse estabelecido um aumento significativo dos impostos sobre os produtos Europeus (uma vez que os agricultores obviamente prefeririam comprar produtos mais baratos e de melhor tecnologia, optimizando seus ganhos). E foi assim que os ruralistas iniciaram uma guerra de separação, visando a criação dos Estados Unidos do Sul, evitando assim a diminuição de seus ganhos consequente do projeto de desenvolvimento nacional lançado por Lincoln. Foi tao somente ao final da guerra, com a subjugação das forcas reacionarias representadas pelos agricultores do sul, que os Estados Unidos foi capaz de desenvolver suas forcas produtivas industriais, e de consequentemente libertar-se de sua condição de semi-colonia das potencias Europeias, levando-os a construção de uma nação não apenas forte e poderosa, mas sobre tudo realmente independente. Aqui entao ja vemos que o fator preponderante que divide os Estados Unidos de qualquer outra nação americana reside no fato de que 1) os Estados Unidos não teve medo de enfrentar as forcas reacionarias (contrarias ao desenvolvimento) de seu pais, 2) os Estados Unidos passaram por um processo de independência a diferença de todas as outras nações americanas, não se limitou a uma independência forma, mas se moveu para uma independência real; e finalmente por que 3) os Estados Unidos promoveram um processo nacional de quebra com o imperialismo econômico (representado pelas potências Europeias), promovendo o desenvolvimento de sua Tecnologia, Ciência e de sua Indústria. Hoje (2020), os Estados Unidos Ja e capaz de concorrer com igualdade de condições com todas as potências europeias e paises desenvolvidos do mundo na maioria dos setores, sendo um dos maiores exportadores de produtos industriais e de produtos de exportação secundaria (nao apenas pretoleo cru, mas de pretoleo ja convertido em combustíveis dos mais diversos). Devemos voltar entao a nossa questão subsumida: Como conduzir a nação brasileira a tornar-se uma nação forte e poderosa? Como o exemplo dos Estados Unidos – nação americana fundada sob circunstancia muito similares as circunstância que fundaram a nação brasileira – nos mostra, o caminho para a construção de uma nação forte e poderosa não e outro senão que o caminho do desenvolvimento de uma tecnologia, ciência e industria brasileira. Cabe agora perguntar-nos: em qual estagio do desenvolvimento de uma tecnologia, ciência e industria brasileira o Brasil se encontra? Para formular adequadamente a resposta para essa pergunta, faz-se necessário que localizemos a conjuntura brasileira/ faz-se necessário que saibamos compreender o contexto atual do Brasil. Apos o fracasso dos citados projetos economicos, o Brasil tem visto o Florecer de uma figura como representante da mais legitima causa nacional: Bolsonaro. Com um discurso que adota por diversas vezes a palavra “Patria”, “Nacao”, e que coloca o nome “Brasil” como um baluarte a ser sustentado, Bolsonaro aparece, e apareceu nos Brasil como uma especie da salvador da patria e da nação brasileira, capaz de liderar o Brasil para o seu tao esperado alvorece para o seu tao esperado desenvolvimento. Mas qual e na prática o projeto economico (e por tanto o projeto de nação) de Bolsonaro? Na prática, com pouco mais do que um ano desde que Bolsonaro assumiu a presidência da república seu governo pode ser – de modo geral – resumido em: 1) programas de privatizações; 2) desmonte dos setores públicos (especialmente aqueles relativos a educação); 3) alianças internacionais com nações desenvolvidas. O que tudo isso quer dizer na prática, quanto ao processo de desenvolvimento nacional? Vejamos: uma vez privatizadas as empresas nacionais – que a proposito nao sao muitas – a economia nacional do Brasil perde total e completamente a sua capacidade de re-investimento publico, já que o Estado Nacional passa a fazer menos dinheiro com a venda dos produtos, se tornando um Estado dependente tao somente de impostos e taxas tributarias gerais. Sem capacidade de re-investimento publico, o Brasil se ve despido de capacidade econômica para fomentar a Tecnologia e Ciência, promovendo subsequentemente a industrialização do pais. O re-investimento publico se mostrou – a traves de exemplos concretos da história – um processo altamente eficaz na industrialização da sociedade em geral, tal como os exemplos da Suécia, Noruega, Finlândia e Dinamarca, que passaram rapidamente de países altamente dependentes e subdesenvolvidos, para entre os países mais desenvolvidos do mundo gracas a um processo profundo de re-investimento publico nas áreas de ciência e tecnologia. Em 2012, se especulava que mais de 60% do PIB desses paises (alguns dos Paises com os PIBs mais altos do mundo)era destinado ao re-investimento publico em ciência e tecnologia. A privatização de empresas Brasileiras promove, por tanto, um desmonte nao apenas da economia nacional, mas também da capacidade econômica nacional, deixando o pais economicamente desnudo (em relação ao Estado Nacional), incapaz de investir em setores estratégicos da economia. O desmonte dos setores públicos (especialmente aqueles relativos a educação), termina de executar o processo. Os ativos da educação – ainda que historicamente nao tenham sido usados propriamente – sao a estrutura básica da qual o pais dispunha, para eventualmente com re-investimentos públicos mais profundos e mais direcionados nos setores de tecnologia e ciência, o pais se tornasse capaz de desenvolver sua indústria. E finalmente as alianças internacionais com nações desenvolvidas, considerando que a moeda de troca do Brasil e cada vez mais fraca, não poderia ser feita de outra forma, senão que fazendo do Brasil um pais subserviente dos interesses dessas nações. Além do que, assim seguimos na direção contraria a direção ao desenvolvimento tomada pelos Estados Unidos. Ao invés de desenvolvermos as forcas produtivas nacionais a traves da criação de um mercado nacional, abrimos nosso mercado já esfacelado a indústria das nações desenvolvidas, esmagando ate mesmo a possibilidade do nascer de uma indústria nacional, que seria facilmente abafada e esmagada pela indústria altamente desenvolvida dos países desenvolvidos. Agora já vemos a resposta para nossa questão: em qual estagio do desenvolvimento de uma tecnologia, ciência e industria brasileira o Brasil se encontra? Agora mesmo, o Brasil anda na contra-mão do desenvolvimento/ agora mesmo, o Brasil destrói todos os elementos mais básicos criados para seu desenvolvimento desde a era Vargas. Lembremos: nao ha exemplos na história de algum pais que tenha se desenvolvido pegando carona no desenvolvimento de paisesdesenvolvidos. Pelo contrario: o que os exemplos histórico concretos nos mostram e que em casos de relações de dependência – tal como o caso do Brasil – o que as nacoes desenvolvidas promover e um desmonte de toda a capacidade do pais de se desenvolver, ao mesmo tempo que drena tudo aquilo que poderia ser usado um favor do pais. O Brasil atual nao apenas se constitui como um fazendão do mundo – vendendo mercadoria barata para comprar mercadoria cara -, sendo um pais total e completamente subdesenvolvido, mas também nesse exato momento o Brasil caminha na direção de sua aniquilação como economia e na direção de sua aniquilação como Estado Nacional/ Nacao Soberana. Mas vejamos: ao mesmo tempo que a história nos mostra que andamos de marcha-re, ela nos ensina como abandonar nossa condição de pais subdesenvolvido/ de pais subserviente dos interesses econômicos de nações desenvolvidas. E necessário promover a Industrialização imediata do Brasil, re-investindo em setores públicos dedicados a fomentação da Ciência e Tecnologia. Somente assim o Brasil poderá se desenvolver como nação forte e poderosa, tornando-se capaz de expurgar todas as suas mazelas internas. Os exemplos dos Estados Unidos, e das nações nórdicas e claro sobre isso. Agora e preciso entender que o contexto histórico do Brasil atual não e o mesmo dos Estados Unidos da época da guerra civil, nem e o mesmo dos países nórdicos. E necessário então reconhecer dentro da conjuntura brasileira quais são as forcas reacionarias que barram nosso desenvolvimento enquanto nação. A primeira dessas forcas, e a mais obvia e o liberalismo. A ideia de que com uma abertura abrupta do mercado nacional o Brasil se desenvolvera, uma vez que recebera investimentos externos de setores. Essa perspectiva nao leva em conta que o uso de tecnologia importada custa royalties impressionantes aos cofres públicos, de modo que essas empresas internacionais que vem ao Brasil, prestam um desserviço ao desenvolvimento nacional: cobram royalties pelo uso da marca – que sao pagos aos paisesde onde a tecnologia originalmente veio (tal como a existência de uma Volkswagen no Brasil nos obriga a pagar para a Alemanha pelo uso da marca) –, nao difundem a tecnologia (de modo que nao torna possível que usemos a Volkswagen para produzir uma tecnologia de carros Brasileiros), e ainda usam a mao-de-obra barata do pais, sucateando o trabalho como um todo (obviamente, ainda que a tecnologia seja alema, e muito mais vantajoso para a marca montar uma fábrica no Brasil, aonde se paga muito pouco/ se paga muito mal pela mao de obra, do que na Alemanha, aonde os trabalhadores com todos os seus direitos, são muito mais custosos para a produção). Hoje em dia já se ve um fenômeno bastante sintomático disso que e o fato de que essas fábricas de alta tecnologia europeia, se estabelecem em países pobres para produzir, e depois vende esses produtos em países ricos, porque mesmo com o preço do transporte, a produção fica mais barata feita na periferia do sistema do que nos países centrais, aonde os salários por si so ja representam um obstaculo maior para o ganho dos capitalistas, do que a importação dos produtos. Assim, como eles não podem explorar tanto o trabalhador em seus países – trabalhadores esses que já conquistaram alguns direitos -, preferem explorar trabalhadores da periferia do sistema capitalista. Entao vemos claramente como o liberalismo e uma forca reacionaria que age contra os interesses nacionais, e atua promovendo o não desenvolvimento das nações subdesenvolvidas. O liberalismo so e bom e funciona muito bem para as nações desenvolvidas que, usando-se dele, ganham vantagem absoluta no mercado internacional perpetuando para sempre os seus privilégios. Outra dessas forcas reacionarias que age no Brasil contra o desenvolvimento nacional, e age como obstaculo ao desenvolvimento nacional e a atual burguesia brasileira que, assim como a dos Estados Unidos de antes da Guerra Civil, e majoritariamente formada por ruralistas. E as contradições entre essa classe social e o desenvolvimento nacional do Brasil ja estao explícitos pelo exemplo dos Estados Unidos. Os ruralistas, como classe social, sao completamente dependentes do capital estrangeiro, e por tanto contrários ao desenvolvimento de um capital nacional que necessariamente passa pela ruptura com o capital estrangeiro como necessidade para se atingir a industrialização do Brasil. Assim como nos Estados Unidos de quase 200 anos atrás, nossa burguesia ruralista vende grãos e carne para todo o mundo, para comprar a maquinaria necessária tanto para plantar como para a criação de animais. E dessa forma nos mantemos em relação ao mundo desenvolvido em uma condição de semi-colonia, vendendo barato para comprar caro, e vendendo o mesmo que inúmeros países vendem, para comprar o que tao somente alguns produzem. Dessa forma, esses poucos países que produzem maquinaria agrícola tem voz de mando e desmando no mercado mundial, chegando mesmo a ditar o preço pelo qual a carne e os grãos brasileiros serão vendidos. Como atualmente a realidade social do Brasil não e condizente com a dos Estados Unidos da época, não faz sentido entrar em guerra para tao simplesmente barra-los politicamente. Se faz necessário retirar sua forca politica, que tal como qualquer forca politica e forca econômica. A forca politica dos ruralistas brasileiros se expressa pela sua posse de terras, e por tanto tao somente uma reforma agraria, com distribuição das terras para pequenos produtores, e produtores familiares permitiria aniquilar o poder economico dessa classe social (da burguesia ruralista), permitindo concomitantemente taxa aumentar os impostos sobre certos produtos industriais agrícolas comprados do exterior, permitindo finalmente o nascimento, desenvolvimento e prosperar de uma indústria nacional, através de edificação de um mercado nacional para essa industria, ate o seu desenvolvimento, no qual poderemos concorrer no mercado internacional. Manter as terras da burguesia agraria significa dar poder econômico a burguesia agraria. E dar poder econômico a burguesia agraria significa dar poder politico a mesma, uma vez que com poder econômico a burguesia agraria tem recursos para financiar a candidatura (tal como ja o faz) de candidatos que a represente a despeito dos interesses nacionais. Daixar o poder econômico nas maos da burguesia agraria significa deixar o poder politico em suas maos, uma vez que a burguesia agraria financia toda forma de propaganda (através dos aparelhos de mídia existentes – Globo, SBT, Record, Veja, etc), que lhe seja conveniente, promovendo todas as formas possíveis de calúnias contra as tentativas reais de promover a soberania nacional. Tal como ja foi expresso indiretamente ao tratarmos da burguesia agraria, outra das forcas reacionarias que atuam no pais e o capital estrangeiro, que aliciado a burguesia agraria (ou dito de outra forma: tendo a burguesia agraria como seu agente dentro do território nacional), financia diretamente o desmonte do poder publico, e/ou de qualquer instituição capaz de promover independência nacional real. Finalmente a última – não a ultima existente, mas uma das principais – forcas reacionarias existentes e atuantes no Brasil, são as Agências de Estado Americanas. Essas usadas pelos Capital Estrangeiro como Imediato no Brasil, financiam toda forma de propaganda e ação politica contraria a soberania nacional, uma vez que, obviamente, com um Brasil dependente/ com um Brasil semi-colonia, as potências estrangeiras faturam muito mais. Todos essas cinco juntas (Capital Estrangeiro, através das Agências de Estados Americanos, usando os Ruralistas para difundir o Liberalismo {Capital Estrangeiro; Agências de Estados Americanos; Ruralistas; Liberalismo}), constituem as forcas mais violentamente retroativas do Brasil/ constituem os inimigos numero 1 do povo brasileiro, dos interesses nacionais, do desenvolvimento nacional, do desenvolvimento de uma nacao forte, soberana e poderosa, e por tanto estão intrinsecamente ligados a todas as mazelas sociais das quais os Brasil e o povo brasileiro em geral (com todas as suas classes) e vítima. A aniquilação dessas forcas reacionarias e fator sine-qua-non para o desenvolvimento nacional, e para a realização de uma independência nacional plena/ para a realização dos destinos do povo brasileiro. Sem a aniquilação dessas forcas reacionarias nao sera possível promover no Brasil um processo de industrialização e de fomento a ciência e tecnologia. E sem um Brasil industrializado, com fomento a ciência e tecnologia, nao ha como o Brasil passar de sua condição de pais subserviente para nação forte, soberana e poderosa. Assim vemos que a superação das forcas reacionarias que atuam no Brasil de hoje, se da como uma necessidade histórica objetiva para a superação da situação de coisas em que o Brasil se encontra.
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2020.01.31 08:37 Emile-Principe Tecnologia, Ciência e industrialização

Com o fracasso dos projetos Liberais (da era Color a era F.H.C.), Social Democratas/ Social Liberais (de Lula a Dilma), assim como o fracasso das sucessivas tentativas do Nacional Deselvolvimentismo (de Getulioa J.K.) –sem falar das várias desastrosas acoes do Exército (com seu marco durante a ditadura militar) –o Brasil tem passado nos últimos anos (não exclusivamente, mas de forma mais retunda e concisa) sob o auto-questionamento sobre seu desenvolvimento histórico. Esse questionamento se delineia das mais diversas formas –algumas mais claras e conscientes do que outras -, tais como: Comopromover o desenvolvimento do Brasil? Como fazer o Brasil sair de sua situação de dependência? Como melhorar a qualidade de vida do Brasileiro? Como acabar com a criminalidade? Como dar fim a corrupção? Como promover uma nação forte? , Etc.
O subsumir desses questionamentos, pode facilmente ser traduzido por uma tomada de consciência –ainda que em sua forma mais abstrata e afastada da realidade –do brasileiro comum sobre a questão nacional/ a consciência da necessidade de criar-se uma nação forte e poderosa como condição para vencer essas contradições/ a consciência de que tao somente uma nação forte e poderosa sera capaz de definitivamente dar fim a criminalidade, a corrupção e a todas as mazelas sociais criando caminho para uma sociedade próspera/ a consciência de que tao somente uma nação forte e poderosa sera capaz de conduzir a economia social para a sua prosperidade. A pergunta subsumida, então, se reedifica sob a questão: Como conduzir a nação brasileira a tornar-se uma nação forte e poderosa?
A Historia e uma auxiliar maravilhosa para responder a esse tipo de questionamento, uma vez que nos ensina por exemplosconcretos (pela ciência da história), como outras nações o fizeram. E sempre valido tomar o exemplo de nações vizinhas que foram fundadas sob circunstancias muito similares as circunstância as que o Brasil foi fundado, e que, no entanto, diferente do Brasil, foram vitoriosas ao dirigir-se rumo a sua emancipação. Dentre todos os países do continente americano (no qual o Brasil se situa), o mais exitoso em seu processo de emancipação, e da criação de uma nação forte e poderosa, foi obviamente os Estados Unidos. O que ha ocorrido nos Estados Unidos, que não ha ocorrido no Brasil, de forma a marcar tao profunda diferença?
Vejamos: alguns dirão que o fator preponderante para o desenvolvimento dos Estados Unidos como nação forte e poderosa foi o seu processo de independência de iniciado em 1775 e concluído em 1783. As recíprocas diferenças entre o processo de independência do Brasil e dos Estados Unidos seriam as grandes responsável pelos resultados finais, em que os Estados Unidos se tornou uma nação forte e poderosa, enquanto o Brasil teria mantido a sua condição de nação fraca e dependente. A despeito da guerra de independência dos Estado Unidos, e de suas recíprocas diferenças com o processo de independência do Brasil, o fato e que não se observa nenhum salto, nem quantitativo, nem qualitativo nas relações de produção dos Estados Unidos ate meados de 1870, quando os Estados Unidos como nação, finalmente vai começar a passar por um processo de industrialização que o lavara a se tornar uma das nações mais prósperas e ricas do mundo. O que ha ocorrido? Quais foram, então, as razoes dessa decolada econômica dos Estados Unidos, se não foi o processo de independência? Vejamos: não se trata aqui de dizer que o processo de independência dos Estados Unidos não foram um fator extremamente importante para o seu desenvolvimento. Mas trata-se de dizer que seu desenvolvimento real, se deu as custas de algo mais.
O processo de independência dos Estados Unidos se deu porque a burguesia nacional dos Estados Unidos (uma burguesia constituída totalmente por donos de terras – fazendeiros), eram obrigados a exortar parte significativa de sua produção para a Inglaterra (colonizadora dos Estados Unidos), para que a Inglaterra pudesse usar essa produção agrícola para comercializar com as nações europeias e asiáticas. A burguesia nacional dos Estados Unidos de então, se deu conta de que, exortando todo o exortado para a Europa, eles perdiam parte significativa de sua capacidade produtiva, já que se eles não ficassem com a produção inteira, não poderiam comprar mais terras na América, expandir suas terras pela América, nem mesmo financiar sua mao de obra escrava para produzir mais. Era evidente para a burguesia ruralista estadunidense que o desenvolvimento das forcas produtivas nacionais dependia inteiramente de sua ruptura com a Inglaterra: somente assim os donos de terras teriam condições econômicas de -comprando mais escravos, negociando suas terras, e expandindo suas plantações –expandir a produção. Como se ve, a expansão da produção era uma necessidade histórica objetiva, capaz não apenas de desenvolver as forcas produtivas do pais, mas também capaz de fundar uma nação independente e autônoma.
Ainda assim, por mais quase 100 anos, apos a independência dos E.U., a produção se via ainda controlada pela Europa, uma vez que, mesmo que os estadunidenses não tivessem que exertar sua produção para a Inglaterra, o desenvolvimento das capacidades produtivas do pais (ainda completamente rurais e agrícolas de exportação primaria – tais como soja, e milho), dependiam de um maquinário especializado produzido apenas na Europa. O Pais se via então na situação em que, ainda que formalmente independente, mantinha a sua dependência econômica que passava pelo fato de que, os Estados Unidos vendiam mercadorias agrícolas primarias como milho para a Europa, para comprar das indústrias europeias o seu maquinário extremamente desenvolvido pela sua indústria: o que basicamente significava, vender coisas baratas para comprar coisas caras. Mais do que isso: essa relação de dependência se dava também com relação ao modo (a forma) de como as trocas eram feitas: como a Europa dominava o mercado mundial de produção fabril (de fábricas), eles tinham o monopólio de para quem iriam vender, e a que preço, enquanto os Estados Unidos comercializavam um produto que também era comercializado em todos os 5 continentes, e por tanto não tinham nenhum controle sobre as taxas de cambio e valores de troca. A mesma porcão de milho que 1 ano atras fora vendido pelo equivalente a 1000 libras, 1 ano mais tarde, pela superprodução de milho no oriente, seria vendido pelo equivalente a 150 libras. Não suficiente, essa troca era absolutamente necessária para os Estados Unidos, uma vez que o maquinário usado para a colheita do mesmo milho, vinha todo da Europa já que os Estados Unidos não tinha uma indústria capaz de produzi-los.
Como ja se ve claramente, assim como perante a guerra de independência, era uma necessidade histórica objetiva a independência dos Estados Unidos – para desenvolver as forcas produtivas do pais, e para criar soberania nacional – quase 100 anos mais tarde também era uma necessidade histórica objetiva – para desenvolver as forcas produtivas e para criar soberania nacional – que os Estados Unidos se industrializasse/ fosse capaz de produzir industrialmente aqueles produtos necessários para sua produção agrícola: do contrário, os Estados Unidos permaneceriam sendo semi-colonia das potencias europeias. E foi exatamente esse o motor essencial daquilo que conhecemos como Guerra Civil, ou Guerra de Secessao de 1861 a 1865. A guerra se deu porque Abraham Lincoln se deu conta de que, mantendo a relação do mercado internacional tal como essa estava estabelecida quando ele chegou ao poder, os Estados Unidos permaneceriam em uma situação de semi-colonia das nações Europeias. Era necessário criar impostos pesados sobre os produtos industriais europeus para que a pequenina indústria estadunidense – ainda em sua fase mais primaria – tivesse condições de concorrer dentro do mercado estadunidense com os produtos Europeus. Isso era obviamente desvantagem para a indústria agrícola, ja que, com impostos mais altos sobre os produtos europeus, os produtos chegariam mais caros as fazendas, diminuindo a capacidade de compra dos ruralistas, diminuindo consequentemente sua capacidade de produção.
Isso era desvantagem para os ruralistas também porque, uma vez que os Estados Unidos aumentassem os impostos sobre os produtos europeus, as nações europeias aumentariam também os impostos sobre os produtos estadunidenses provocando assim a inflação dos produtos estadunidenses no mercado europeu, obrigando o comprador europeu a comprar de outros países com preços mais baratos (uma vez que o aumento do imposto não insidiam sobre seus produtos). Os produtos industriais da Europa (devido ao fato de que a Europa já havia passado por um processo de industrialização profundo), eram não somente de qualidade superior, mas também mais baratos, já que as forcas produtivas das potências europeias já haviam se desenvolvido razoavelmente.
Isso tudo aparecia não como razoes contra Lincoln, mas como razoes a favor, uma vez que, se os produtos Europeus eram tao superiores aos estadunidenses, tanto em qualidade quanto em preço, a indústria dos Estados Unidos não tinha nenhuma condição de competir com a indústria das potências europeias. Era necessário entao, criar um mercado nacional primeiro para a produção industrial dos Estados Unidos, fortalecendo a indústria, desenvolvendo sua capacidade produtiva, para so entao os Estados Unidos ter condições de disputar mercado com a Europa. E nao seria absolutamente possível criar um mercado nacional para a indústria nacional dos Estados Unidos, sem que fosse estabelecido um aumento significativo dos impostos sobre os produtos Europeus (uma vez que os agricultores obviamente prefeririam comprar produtos mais baratos e de melhor tecnologia, optimizando seus ganhos). E foi assim que os ruralistas iniciaram uma guerra de separação, visando a criação dos Estados Unidos do Sul, evitando assim a diminuição de seus ganhos consequente do projeto de desenvolvimento nacional lançado por Lincoln. Foi tao somente ao final da guerra, com a subjugação das forcas reacionarias representadas pelos agricultores do sul, que os Estados Unidos foi capaz de desenvolver suas forcas produtivas industriais, e de consequentemente libertar-se de sua condição de semi-colonia das potencias Europeias, levando-os a construção de uma nação não apenas forte e poderosa, mas sobre tudo realmente independente.
Aqui entao ja vemos que o fator preponderante que divide os Estados Unidos de qualquer outra nação americana reside no fato de que
1) os Estados Unidos não teve medo de enfrentar as forcas reacionarias (contrarias ao desenvolvimento) de seu pais,
2) os Estados Unidos passaram por um processo de independência a diferença de todas as outras nações americanas, não se limitou a uma independência forma, mas se moveu para uma independência real; e finalmente por que
3) os Estados Unidos promoveram um processo nacional de quebra com o imperialismo econômico (representado pelas potências Europeias), promovendo o desenvolvimento de sua Tecnologia, Ciência e de sua Indústria.
Hoje (2020), os Estados Unidos Ja e capaz de concorrer com igualdade de condições com todas as potências europeias e paises desenvolvidos do mundo na maioria dos setores, sendo um dos maiores exportadores de produtos industriais e de produtos de exportação secundaria (nao apenas pretoleo cru, mas de pretoleo ja convertido em combustíveis dos mais diversos).
Devemos voltar entao a nossa questão subsumida: Como conduzir a nação brasileira a tornar-se uma nação forte e poderosa? Como o exemplo dos Estados Unidos – nação americana fundada sob circunstancia muito similares as circunstância que fundaram a nação brasileira – nos mostra, o caminho para a construção de uma nação forte e poderosa não e outro senão que o caminho do desenvolvimento de uma tecnologia, ciência e industria brasileira. Cabe agora perguntar-nos: em qual estagio do desenvolvimento de uma tecnologia, ciência e industria brasileira o Brasil se encontra?
Para formular adequadamente a resposta para essa pergunta, faz-se necessário que localizemos a conjuntura brasileira/ faz-se necessário que saibamos compreender o contexto atual do Brasil.
Apos o fracasso dos citados projetos economicos, o Brasil tem visto o Florecer de uma figura como representante da mais legitima causa nacional: Bolsonaro. Com um discurso que adota por diversas vezes a palavra “Patria”, “Nacao”, e que coloca o nome “Brasil” como um baluarte a ser sustentado, Bolsonaro aparece, e apareceu nos Brasil como uma especie da salvador da patria e da nação brasileira, capaz de liderar o Brasil para o seu tao esperado alvorece para o seu tao esperado desenvolvimento.
Mas qual e na prática o projeto economico (e por tanto o projeto de nação) de Bolsonaro? Na prática, com pouco mais do que um ano desde que Bolsonaro assumiu a presidência da república seu governo pode ser – de modo geral – resumido em:
1) programas de privatizações;
2) desmonte dos setores públicos (especialmente aqueles relativos a educação);
3) alianças internacionais com nações desenvolvidas.
O que tudo isso quer dizer na prática, quanto ao processo de desenvolvimento nacional?
Vejamos: uma vez privatizadas as empresas nacionais – que a proposito nao sao muitas – a economia nacional do Brasil perde total e completamente a sua capacidade de re-investimento publico, já que o Estado Nacional passa a fazer menos dinheiro com a venda dos produtos, se tornando um Estado dependente tao somente de impostos e taxas tributarias gerais. Sem capacidade de re-investimento publico, o Brasil se ve despido de capacidade econômica para fomentar a Tecnologia e Ciência, promovendo subsequentemente a industrialização do pais. O re-investimento publico se mostrou – a traves de exemplos concretos da história – um processo altamente eficaz na industrialização da sociedade em geral, tal como os exemplos da Suécia, Noruega, Finlândia e Dinamarca, que passaram rapidamente de países altamente dependentes e subdesenvolvidos, para entre os países mais desenvolvidos do mundo gracas a um processo profundo de re-investimento publico nas áreas de ciência e tecnologia. Em 2012, se especulava que mais de 60% do PIB desses paises (alguns dos Paises com os PIBs mais altos do mundo)era destinado ao re-investimento publico em ciência e tecnologia. A privatização de empresas Brasileiras promove, por tanto, um desmonte nao apenas da economia nacional, mas também da capacidade econômica nacional, deixando o pais economicamente desnudo (em relação ao Estado Nacional), incapaz de investir em setores estratégicos da economia.
O desmonte dos setores públicos (especialmente aqueles relativos a educação), termina de executar o processo. Os ativos da educação – ainda que historicamente nao tenham sido usados propriamente – sao a estrutura básica da qual o pais dispunha, para eventualmente com re-investimentos públicos mais profundos e mais direcionados nos setores de tecnologia e ciência, o pais se tornasse capaz de desenvolver sua indústria.
E finalmente as alianças internacionais com nações desenvolvidas, considerando que a moeda de troca do Brasil e cada vez mais fraca, não poderia ser feita de outra forma, senão que fazendo do Brasil um pais subserviente dos interesses dessas nações. Além do que, assim seguimos na direção contraria a direção ao desenvolvimento tomada pelos Estados Unidos. Ao invés de desenvolvermos as forcas produtivas nacionais a traves da criação de um mercado nacional, abrimos nosso mercado já esfacelado a indústria das nações desenvolvidas, esmagando ate mesmo a possibilidade do nascer de uma indústria nacional, que seria facilmente abafada e esmagada pela indústria altamente desenvolvida dos países desenvolvidos.
Agora já vemos a resposta para nossa questão: em qual estagio do desenvolvimento de uma tecnologia, ciência e industria brasileira o Brasil se encontra? Agora mesmo, o Brasil anda na contra-mão do desenvolvimento/ agora mesmo, o Brasil destrói todos os elementos mais básicos criados para seu desenvolvimento desde a era Vargas.
Lembremos: nao ha exemplos na história de algum pais que tenha se desenvolvido pegando carona no desenvolvimento de paisesdesenvolvidos. Pelo contrario: o que os exemplos histórico concretos nos mostram e que em casos de relações de dependência – tal como o caso do Brasil – o que as nacoes desenvolvidas promover e um desmonte de toda a capacidade do pais de se desenvolver, ao mesmo tempo que drena tudo aquilo que poderia ser usado um favor do pais. O Brasil atual nao apenas se constitui como um fazendão do mundo – vendendo mercadoria barata para comprar mercadoria cara -, sendo um pais total e completamente subdesenvolvido, mas também nesse exato momento o Brasil caminha na direção de sua aniquilação como economia e na direção de sua aniquilação como Estado Nacional/ Nacao Soberana.
Mas vejamos: ao mesmo tempo que a história nos mostra que andamos de marcha-re, ela nos ensina como abandonar nossa condição de pais subdesenvolvido/ de pais subserviente dos interesses econômicos de nações desenvolvidas. E necessário promover a Industrialização imediata do Brasil, re-investindo em setores públicos dedicados a fomentação da Ciência e Tecnologia. Somente assim o Brasil poderá se desenvolver como nação forte e poderosa, tornando-se capaz de expurgar todas as suas mazelas internas. Os exemplos dos Estados Unidos, e das nações nórdicas e claro sobre isso. Agora e preciso entender que o contexto histórico do Brasil atual não e o mesmo dos Estados Unidos da época da guerra civil, nem e o mesmo dos países nórdicos. E necessário então reconhecer dentro da conjuntura brasileira quais são as forcas reacionarias que barram nosso desenvolvimento enquanto nação. A primeira dessas forcas, e a mais obvia e o liberalismo.
A ideia de que com uma abertura abrupta do mercado nacional o Brasil se desenvolvera, uma vez que recebera investimentos externos de setores. Essa perspectiva nao leva em conta que o uso de tecnologia importada custa royalties impressionantes aos cofres públicos, de modo que essas empresas internacionais que vem ao Brasil, prestam um desserviço ao desenvolvimento nacional: cobram royalties pelo uso da marca – que sao pagos aos paisesde onde a tecnologia originalmente veio (tal como a existência de uma Volkswagen no Brasil nos obriga a pagar para a Alemanha pelo uso da marca) –, nao difundem a tecnologia (de modo que nao torna possível que usemos a Volkswagen para produzir uma tecnologia de carros Brasileiros), e ainda usam a mao-de-obra barata do pais, sucateando o trabalho como um todo (obviamente, ainda que a tecnologia seja alema, e muito mais vantajoso para a marca montar uma fábrica no Brasil, aonde se paga muito pouco/ se paga muito mal pela mao de obra, do que na Alemanha, aonde os trabalhadores com todos os seus direitos, são muito mais custosos para a produção). Hoje em dia já se ve um fenômeno bastante sintomático disso que e o fato de que essas fábricas de alta tecnologia europeia, se estabelecem em países pobres para produzir, e depois vende esses produtos em países ricos, porque mesmo com o preço do transporte, a produção fica mais barata feita na periferia do sistema do que nos países centrais, aonde os salários por si so ja representam um obstaculo maior para o ganho dos capitalistas, do que a importação dos produtos. Assim, como eles não podem explorar tanto o trabalhador em seus países – trabalhadores esses que já conquistaram alguns direitos -, preferem explorar trabalhadores da periferia do sistema capitalista. Entao vemos claramente como o liberalismo e uma forca reacionaria que age contra os interesses nacionais, e atua promovendo o não desenvolvimento das nações subdesenvolvidas. O liberalismo so e bom e funciona muito bem para as nações desenvolvidas que, usando-se dele, ganham vantagem absoluta no mercado internacional perpetuando para sempre os seus privilégios.
Outra dessas forcas reacionarias que age no Brasil contra o desenvolvimento nacional, e age como obstaculo ao desenvolvimento nacional e a atual burguesia brasileira que, assim como a dos Estados Unidos de antes da Guerra Civil, e majoritariamente formada por ruralistas. E as contradições entre essa classe social e o desenvolvimento nacional do Brasil ja estao explícitos pelo exemplo dos Estados Unidos. Os ruralistas, como classe social, sao completamente dependentes do capital estrangeiro, e por tanto contrários ao desenvolvimento de um capital nacional que necessariamente passa pela ruptura com o capital estrangeiro como necessidade para se atingir a industrialização do Brasil. Assim como nos Estados Unidos de quase 200 anos atrás, nossa burguesia ruralista vende grãos e carne para todo o mundo, para comprar a maquinaria necessária tanto para plantar como para a criação de animais. E dessa forma nos mantemos em relação ao mundo desenvolvido em uma condição de semi-colonia, vendendo barato para comprar caro, e vendendo o mesmo que inúmeros países vendem, para comprar o que tao somente alguns produzem. Dessa forma, esses poucos países que produzem maquinaria agrícola tem voz de mando e desmando no mercado mundial, chegando mesmo a ditar o preço pelo qual a carne e os grãos brasileiros serão vendidos. Como atualmente a realidade social do Brasil não e condizente com a dos Estados Unidos da época, não faz sentido entrar em guerra para tao simplesmente barra-los politicamente. Se faz necessário retirar sua forca politica, que tal como qualquer forca politica e forca econômica. A forca politica dos ruralistas brasileiros se expressa pela sua posse de terras, e por tanto tao somente uma reforma agraria, com distribuição das terras para pequenos produtores, e produtores familiares permitiria aniquilar o poder economico dessa classe social (da burguesia ruralista), permitindo concomitantemente taxa aumentar os impostos sobre certos produtos industriais agrícolas comprados do exterior, permitindo finalmente o nascimento, desenvolvimento e prosperar de uma indústria nacional, através de edificação de um mercado nacional para essa industria, ate o seu desenvolvimento, no qual poderemos concorrer no mercado internacional. Manter as terras da burguesia agraria significa dar poder econômico a burguesia agraria. E dar poder econômico a burguesia agraria significa dar poder politico a mesma, uma vez que com poder econômico a burguesia agraria tem recursos para financiar a candidatura (tal como ja o faz) de candidatos que a represente a despeito dos interesses nacionais. Daixar o poder econômico nas maos da burguesia agraria significa deixar o poder politico em suas maos, uma vez que a burguesia agraria financia toda forma de propaganda (através dos aparelhos de mídia existentes – Globo, SBT, Record, Veja, etc), que lhe seja conveniente, promovendo todas as formas possíveis de calúnias contra as tentativas reais de promover a soberania nacional.
Tal como ja foi expresso indiretamente ao tratarmos da burguesia agraria, outra das forcas reacionarias que atuam no pais e o capital estrangeiro, que aliciado a burguesia agraria (ou dito de outra forma: tendo a burguesia agraria como seu agente dentro do território nacional), financia diretamente o desmonte do poder publico, e/ou de qualquer instituição capaz de promover independência nacional real.
Finalmente a última – não a ultima existente, mas uma das principais – forcas reacionarias existentes e atuantes no Brasil, são as Agências de Estado Americanas. Essas usadas pelos Capital Estrangeiro como Imediato no Brasil, financiam toda forma de propaganda e ação politica contraria a soberania nacional, uma vez que, obviamente, com um Brasil dependente/ com um Brasil semi-colonia, as potências estrangeiras faturam muito mais.
Todos essas cinco juntas (Capital Estrangeiro, através das Agências de Estados Americanos, usando os Ruralistas para difundir o Liberalismo {Capital Estrangeiro; Agências de Estados Americanos; Ruralistas; Liberalismo}), constituem as forcas mais violentamente retroativas do Brasil/ constituem os inimigos numero 1 do povo brasileiro, dos interesses nacionais, do desenvolvimento nacional, do desenvolvimento de uma nacao forte, soberana e poderosa, e por tanto estão intrinsecamente ligados a todas as mazelas sociais das quais os Brasil e o povo brasileiro em geral (com todas as suas classes) e vítima.
A aniquilação dessas forcas reacionarias e fator sine-qua-non para o desenvolvimento nacional, e para a realização de uma independência nacional plena/ para a realização dos destinos do povo brasileiro. Sem a aniquilação dessas forcas reacionarias nao sera possível promover no Brasil um processo de industrialização e de fomento a ciência e tecnologia. E sem um Brasil industrializado, com fomento a ciência e tecnologia, nao ha como o Brasil passar de sua condição de pais subserviente para nação forte, soberana e poderosa.
Assim vemos que a superação das forcas reacionarias que atuam no Brasil de hoje, se da como uma necessidade histórica objetiva para a superação da situação de coisas em que o Brasil se encontra.

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2020.01.31 08:33 Emile-Principe Tecnologia, Ciência e industrialização

Com o fracasso dos projetos Liberais (da era Color a era F.H.C.), Social Democratas/ Social Liberais (de Lula a Dilma), assim como o fracasso das sucessivas tentativas do Nacional Deselvolvimentismo (de Getulioa J.K.) –sem falar das várias desastrosas acoes do Exército (com seu marco durante a ditadura militar) –o Brasil tem passado nos últimos anos (não exclusivamente, mas de forma mais retunda e concisa) sob o auto-questionamento sobre seu desenvolvimento histórico. Esse questionamento se delineia das mais diversas formas –algumas mais claras e conscientes do que outras -, tais como: Comopromover o desenvolvimento do Brasil? Como fazer o Brasil sair de sua situação de dependência? Como melhorar a qualidade de vida do Brasileiro? Como acabar com a criminalidade? Como dar fim a corrupção? Como promover uma nação forte? , Etc. O subsumir desses questionamentos, pode facilmente ser traduzido por uma tomada de consciência –ainda que em sua forma mais abstrata e afastada da realidade –do brasileiro comum sobre a questão nacional/ a consciência da necessidade de criar-se uma nação forte e poderosa como condição para vencer essas contradições/ a consciência de que tao somente uma nação forte e poderosa sera capaz de definitivamente dar fim a criminalidade, a corrupção e a todas as mazelas sociais criando caminho para uma sociedade próspera/ a consciência de que tao somente uma nação forte e poderosa sera capaz de conduzir a economia social para a sua prosperidade. A pergunta subsumida, então, se reedifica sob a questão: Como conduzir a nação brasileira a tornar-se uma nação forte e poderosa? A Historia e uma auxiliar maravilhosa para responder a esse tipo de questionamento, uma vez que nos ensina por exemplosconcretos (pela ciência da história), como outras nações o fizeram. E sempre valido tomar o exemplo de nações vizinhas que foram fundadas sob circunstancias muito similares as circunstância as que o Brasil foi fundado, e que, no entanto, diferente do Brasil, foram vitoriosas ao dirigir-se rumo a sua emancipação. Dentre todos os países do continente americano (no qual o Brasil se situa), o mais exitoso em seu processo de emancipação, e da criação de uma nação forte e poderosa, foi obviamente os Estados Unidos. O que ha ocorrido nos Estados Unidos, que não ha ocorrido no Brasil, de forma a marcar tao profunda diferença? Vejamos: alguns dirão que o fator preponderante para o desenvolvimento dos Estados Unidos como nação forte e poderosa foi o seu processo de independência de iniciado em 1775 e concluído em 1783. As recíprocas diferenças entre o processo de independência do Brasil e dos Estados Unidos seriam as grandes responsável pelos resultados finais, em que os Estados Unidos se tornou uma nação forte e poderosa, enquanto o Brasil teria mantido a sua condição de nação fraca e dependente. A despeito da guerra de independência dos Estado Unidos, e de suas recíprocas diferenças com o processo de independência do Brasil, o fato e que não se observa nenhum salto, nem quantitativo, nem qualitativo nas relações de produção dos Estados Unidos ate meados de 1870, quando os Estados Unidos como nação, finalmente vai começar a passar por um processo de industrialização que o lavara a se tornar uma das nações mais prósperas e ricas do mundo. O que ha ocorrido? Quais foram, então, as razoes dessa decolada econômica dos Estados Unidos, se não foi o processo de independência? Vejamos: não se trata aqui de dizer que o processo de independência dos Estados Unidos não foram um fator extremamente importante para o seu desenvolvimento. Mas trata-se de dizer que seu desenvolvimento real, se deu as custas de algo mais. O processo de independência dos Estados Unidos se deu porque a burguesia nacional dos Estados Unidos (uma burguesia constituída totalmente por donos de terras – fazendeiros), eram obrigados a exortar parte significativa de sua produção para a Inglaterra (colonizadora dos Estados Unidos), para que a Inglaterra pudesse usar essa produção agrícola para comercializar com as nações europeias e asiáticas. A burguesia nacional dos Estados Unidos de então, se deu conta de que, exortando todo o exortado para a Europa, eles perdiam parte significativa de sua capacidade produtiva, já que se eles não ficassem com a produção inteira, não poderiam comprar mais terras na América, expandir suas terras pela América, nem mesmo financiar sua mao de obra escrava para produzir mais. Era evidente para a burguesia ruralista estadunidense que o desenvolvimento das forcas produtivas nacionais dependia inteiramente de sua ruptura com a Inglaterra: somente assim os donos de terras teriam condições econômicas de -comprando mais escravos, negociando suas terras, e expandindo suas plantações –expandir a produção. Como se ve, a expansão da produção era uma necessidade histórica objetiva, capaz não apenas de desenvolver as forcas produtivas do pais, mas também capaz de fundar uma nação independente e autônoma. Ainda assim, por mais quase 100 anos, apos a independência dos E.U., a produção se via ainda controlada pela Europa, uma vez que, mesmo que os estadunidenses não tivessem que exertar sua produção para a Inglaterra, o desenvolvimento das capacidades produtivas do pais (ainda completamente rurais e agrícolas de exportação primaria – tais como soja, e milho), dependiam de um maquinário especializado produzido apenas na Europa. O Pais se via então na situação em que, ainda que formalmente independente, mantinha a sua dependência econômica que passava pelo fato de que, os Estados Unidos vendiam mercadorias agrícolas primarias como milho para a Europa, para comprar das indústrias europeias o seu maquinário extremamente desenvolvido pela sua indústria: o que basicamente significava, vender coisas baratas para comprar coisas caras. Mais do que isso: essa relação de dependência se dava também com relação ao modo (a forma) de como as trocas eram feitas: como a Europa dominava o mercado mundial de produção fabril (de fábricas), eles tinham o monopólio de para quem iriam vender, e a que preço, enquanto os Estados Unidos comercializavam um produto que também era comercializado em todos os 5 continentes, e por tanto não tinham nenhum controle sobre as taxas de cambio e valores de troca. A mesma porcão de milho que 1 ano atras fora vendido pelo equivalente a 1000 libras, 1 ano mais tarde, pela superprodução de milho no oriente, seria vendido pelo equivalente a 150 libras. Não suficiente, essa troca era absolutamente necessária para os Estados Unidos, uma vez que o maquinário usado para a colheita do mesmo milho, vinha todo da Europa já que os Estados Unidos não tinha uma indústria capaz de produzi-los. Como ja se ve claramente, assim como perante a guerra de independência, era uma necessidade histórica objetiva a independência dos Estados Unidos – para desenvolver as forcas produtivas do pais, e para criar soberania nacional – quase 100 anos mais tarde também era uma necessidade histórica objetiva – para desenvolver as forcas produtivas e para criar soberania nacional – que os Estados Unidos se industrializasse/ fosse capaz de produzir industrialmente aqueles produtos necessários para sua produção agrícola: do contrário, os Estados Unidos permaneceriam sendo semi-colonia das potencias europeias. E foi exatamente esse o motor essencial daquilo que conhecemos como Guerra Civil, ou Guerra de Secessao de 1861 a 1865. A guerra se deu porque Abraham Lincoln se deu conta de que, mantendo a relação do mercado internacional tal como essa estava estabelecida quando ele chegou ao poder, os Estados Unidos permaneceriam em uma situação de semi-colonia das nações Europeias. Era necessário criar impostos pesados sobre os produtos industriais europeus para que a pequenina indústria estadunidense – ainda em sua fase mais primaria – tivesse condições de concorrer dentro do mercado estadunidense com os produtos Europeus. Isso era obviamente desvantagem para a indústria agrícola, ja que, com impostos mais altos sobre os produtos europeus, os produtos chegariam mais caros as fazendas, diminuindo a capacidade de compra dos ruralistas, diminuindo consequentemente sua capacidade de produção. Isso era desvantagem para os ruralistas também porque, uma vez que os Estados Unidos aumentassem os impostos sobre os produtos europeus, as nações europeias aumentariam também os impostos sobre os produtos estadunidenses provocando assim a inflação dos produtos estadunidenses no mercado europeu, obrigando o comprador europeu a comprar de outros países com preços mais baratos (uma vez que o aumento do imposto não insidiam sobre seus produtos). Os produtos industriais da Europa (devido ao fato de que a Europa já havia passado por um processo de industrialização profundo), eram não somente de qualidade superior, mas também mais baratos, já que as forcas produtivas das potências europeias já haviam se desenvolvido razoavelmente. Isso tudo aparecia não como razoes contra Lincoln, mas como razoes a favor, uma vez que, se os produtos Europeus eram tao superiores aos estadunidenses, tanto em qualidade quanto em preço, a indústria dos Estados Unidos não tinha nenhuma condição de competir com a indústria das potências europeias. Era necessário entao, criar um mercado nacional primeiro para a produção industrial dos Estados Unidos, fortalecendo a indústria, desenvolvendo sua capacidade produtiva, para so entao os Estados Unidos ter condições de disputar mercado com a Europa. E nao seria absolutamente possível criar um mercado nacional para a indústria nacional dos Estados Unidos, sem que fosse estabelecido um aumento significativo dos impostos sobre os produtos Europeus (uma vez que os agricultores obviamente prefeririam comprar produtos mais baratos e de melhor tecnologia, optimizando seus ganhos). E foi assim que os ruralistas iniciaram uma guerra de separação, visando a criação dos Estados Unidos do Sul, evitando assim a diminuição de seus ganhos consequente do projeto de desenvolvimento nacional lançado por Lincoln. Foi tao somente ao final da guerra, com a subjugação das forcas reacionarias representadas pelos agricultores do sul, que os Estados Unidos foi capaz de desenvolver suas forcas produtivas industriais, e de consequentemente libertar-se de sua condição de semi-colonia das potencias Europeias, levando-os a construção de uma nação não apenas forte e poderosa, mas sobre tudo realmente independente. Aqui entao ja vemos que o fator preponderante que divide os Estados Unidos de qualquer outra nação americana reside no fato de que 1) os Estados Unidos não teve medo de enfrentar as forcas reacionarias (contrarias ao desenvolvimento) de seu pais, 2) os Estados Unidos passaram por um processo de independência a diferença de todas as outras nações americanas, não se limitou a uma independência forma, mas se moveu para uma independência real; e finalmente por que 3) os Estados Unidos promoveram um processo nacional de quebra com o imperialismo econômico (representado pelas potências Europeias), promovendo o desenvolvimento de sua Tecnologia, Ciência e de sua Indústria. Hoje (2020), os Estados Unidos Ja e capaz de concorrer com igualdade de condições com todas as potências europeias e paises desenvolvidos do mundo na maioria dos setores, sendo um dos maiores exportadores de produtos industriais e de produtos de exportação secundaria (nao apenas pretoleo cru, mas de pretoleo ja convertido em combustíveis dos mais diversos). Devemos voltar entao a nossa questão subsumida: Como conduzir a nação brasileira a tornar-se uma nação forte e poderosa? Como o exemplo dos Estados Unidos – nação americana fundada sob circunstancia muito similares as circunstância que fundaram a nação brasileira – nos mostra, o caminho para a construção de uma nação forte e poderosa não e outro senão que o caminho do desenvolvimento de uma tecnologia, ciência e industria brasileira. Cabe agora perguntar-nos: em qual estagio do desenvolvimento de uma tecnologia, ciência e industria brasileira o Brasil se encontra? Para formular adequadamente a resposta para essa pergunta, faz-se necessário que localizemos a conjuntura brasileira/ faz-se necessário que saibamos compreender o contexto atual do Brasil. Apos o fracasso dos citados projetos economicos, o Brasil tem visto o Florecer de uma figura como representante da mais legitima causa nacional: Bolsonaro. Com um discurso que adota por diversas vezes a palavra “Patria”, “Nacao”, e que coloca o nome “Brasil” como um baluarte a ser sustentado, Bolsonaro aparece, e apareceu nos Brasil como uma especie da salvador da patria e da nação brasileira, capaz de liderar o Brasil para o seu tao esperado alvorece para o seu tao esperado desenvolvimento. Mas qual e na prática o projeto economico (e por tanto o projeto de nação) de Bolsonaro? Na prática, com pouco mais do que um ano desde que Bolsonaro assumiu a presidência da república seu governo pode ser – de modo geral – resumido em: 1) programas de privatizações; 2) desmonte dos setores públicos (especialmente aqueles relativos a educação); 3) alianças internacionais com nações desenvolvidas. O que tudo isso quer dizer na prática, quanto ao processo de desenvolvimento nacional? Vejamos: uma vez privatizadas as empresas nacionais – que a proposito nao sao muitas – a economia nacional do Brasil perde total e completamente a sua capacidade de re-investimento publico, já que o Estado Nacional passa a fazer menos dinheiro com a venda dos produtos, se tornando um Estado dependente tao somente de impostos e taxas tributarias gerais. Sem capacidade de re-investimento publico, o Brasil se ve despido de capacidade econômica para fomentar a Tecnologia e Ciência, promovendo subsequentemente a industrialização do pais. O re-investimento publico se mostrou – a traves de exemplos concretos da história – um processo altamente eficaz na industrialização da sociedade em geral, tal como os exemplos da Suécia, Noruega, Finlândia e Dinamarca, que passaram rapidamente de países altamente dependentes e subdesenvolvidos, para entre os países mais desenvolvidos do mundo gracas a um processo profundo de re-investimento publico nas áreas de ciência e tecnologia. Em 2012, se especulava que mais de 60% do PIB desses paises (alguns dos Paises com os PIBs mais altos do mundo)era destinado ao re-investimento publico em ciência e tecnologia. A privatização de empresas Brasileiras promove, por tanto, um desmonte nao apenas da economia nacional, mas também da capacidade econômica nacional, deixando o pais economicamente desnudo (em relação ao Estado Nacional), incapaz de investir em setores estratégicos da economia. O desmonte dos setores públicos (especialmente aqueles relativos a educação), termina de executar o processo. Os ativos da educação – ainda que historicamente nao tenham sido usados propriamente – sao a estrutura básica da qual o pais dispunha, para eventualmente com re-investimentos públicos mais profundos e mais direcionados nos setores de tecnologia e ciência, o pais se tornasse capaz de desenvolver sua indústria. E finalmente as alianças internacionais com nações desenvolvidas, considerando que a moeda de troca do Brasil e cada vez mais fraca, não poderia ser feita de outra forma, senão que fazendo do Brasil um pais subserviente dos interesses dessas nações. Além do que, assim seguimos na direção contraria a direção ao desenvolvimento tomada pelos Estados Unidos. Ao invés de desenvolvermos as forcas produtivas nacionais a traves da criação de um mercado nacional, abrimos nosso mercado já esfacelado a indústria das nações desenvolvidas, esmagando ate mesmo a possibilidade do nascer de uma indústria nacional, que seria facilmente abafada e esmagada pela indústria altamente desenvolvida dos países desenvolvidos. Agora já vemos a resposta para nossa questão: em qual estagio do desenvolvimento de uma tecnologia, ciência e industria brasileira o Brasil se encontra? Agora mesmo, o Brasil anda na contra-mão do desenvolvimento/ agora mesmo, o Brasil destrói todos os elementos mais básicos criados para seu desenvolvimento desde a era Vargas. Lembremos: nao ha exemplos na história de algum pais que tenha se desenvolvido pegando carona no desenvolvimento de paisesdesenvolvidos. Pelo contrario: o que os exemplos histórico concretos nos mostram e que em casos de relações de dependência – tal como o caso do Brasil – o que as nacoes desenvolvidas promover e um desmonte de toda a capacidade do pais de se desenvolver, ao mesmo tempo que drena tudo aquilo que poderia ser usado um favor do pais. O Brasil atual nao apenas se constitui como um fazendão do mundo – vendendo mercadoria barata para comprar mercadoria cara -, sendo um pais total e completamente subdesenvolvido, mas também nesse exato momento o Brasil caminha na direção de sua aniquilação como economia e na direção de sua aniquilação como Estado Nacional/ Nacao Soberana. Mas vejamos: ao mesmo tempo que a história nos mostra que andamos de marcha-re, ela nos ensina como abandonar nossa condição de pais subdesenvolvido/ de pais subserviente dos interesses econômicos de nações desenvolvidas. E necessário promover a Industrialização imediata do Brasil, re-investindo em setores públicos dedicados a fomentação da Ciência e Tecnologia. Somente assim o Brasil poderá se desenvolver como nação forte e poderosa, tornando-se capaz de expurgar todas as suas mazelas internas. Os exemplos dos Estados Unidos, e das nações nórdicas e claro sobre isso. Agora e preciso entender que o contexto histórico do Brasil atual não e o mesmo dos Estados Unidos da época da guerra civil, nem e o mesmo dos países nórdicos. E necessário então reconhecer dentro da conjuntura brasileira quais são as forcas reacionarias que barram nosso desenvolvimento enquanto nação. A primeira dessas forcas, e a mais obvia e o liberalismo. A ideia de que com uma abertura abrupta do mercado nacional o Brasil se desenvolvera, uma vez que recebera investimentos externos de setores. Essa perspectiva nao leva em conta que o uso de tecnologia importada custa royalties impressionantes aos cofres públicos, de modo que essas empresas internacionais que vem ao Brasil, prestam um desserviço ao desenvolvimento nacional: cobram royalties pelo uso da marca – que sao pagos aos paisesde onde a tecnologia originalmente veio (tal como a existência de uma Volkswagen no Brasil nos obriga a pagar para a Alemanha pelo uso da marca) –, nao difundem a tecnologia (de modo que nao torna possível que usemos a Volkswagen para produzir uma tecnologia de carros Brasileiros), e ainda usam a mao-de-obra barata do pais, sucateando o trabalho como um todo (obviamente, ainda que a tecnologia seja alema, e muito mais vantajoso para a marca montar uma fábrica no Brasil, aonde se paga muito pouco/ se paga muito mal pela mao de obra, do que na Alemanha, aonde os trabalhadores com todos os seus direitos, são muito mais custosos para a produção). Hoje em dia já se ve um fenômeno bastante sintomático disso que e o fato de que essas fábricas de alta tecnologia europeia, se estabelecem em países pobres para produzir, e depois vende esses produtos em países ricos, porque mesmo com o preço do transporte, a produção fica mais barata feita na periferia do sistema do que nos países centrais, aonde os salários por si so ja representam um obstaculo maior para o ganho dos capitalistas, do que a importação dos produtos. Assim, como eles não podem explorar tanto o trabalhador em seus países – trabalhadores esses que já conquistaram alguns direitos -, preferem explorar trabalhadores da periferia do sistema capitalista. Entao vemos claramente como o liberalismo e uma forca reacionaria que age contra os interesses nacionais, e atua promovendo o não desenvolvimento das nações subdesenvolvidas. O liberalismo so e bom e funciona muito bem para as nações desenvolvidas que, usando-se dele, ganham vantagem absoluta no mercado internacional perpetuando para sempre os seus privilégios. Outra dessas forcas reacionarias que age no Brasil contra o desenvolvimento nacional, e age como obstaculo ao desenvolvimento nacional e a atual burguesia brasileira que, assim como a dos Estados Unidos de antes da Guerra Civil, e majoritariamente formada por ruralistas. E as contradições entre essa classe social e o desenvolvimento nacional do Brasil ja estao explícitos pelo exemplo dos Estados Unidos. Os ruralistas, como classe social, sao completamente dependentes do capital estrangeiro, e por tanto contrários ao desenvolvimento de um capital nacional que necessariamente passa pela ruptura com o capital estrangeiro como necessidade para se atingir a industrialização do Brasil. Assim como nos Estados Unidos de quase 200 anos atrás, nossa burguesia ruralista vende grãos e carne para todo o mundo, para comprar a maquinaria necessária tanto para plantar como para a criação de animais. E dessa forma nos mantemos em relação ao mundo desenvolvido em uma condição de semi-colonia, vendendo barato para comprar caro, e vendendo o mesmo que inúmeros países vendem, para comprar o que tao somente alguns produzem. Dessa forma, esses poucos países que produzem maquinaria agrícola tem voz de mando e desmando no mercado mundial, chegando mesmo a ditar o preço pelo qual a carne e os grãos brasileiros serão vendidos. Como atualmente a realidade social do Brasil não e condizente com a dos Estados Unidos da época, não faz sentido entrar em guerra para tao simplesmente barra-los politicamente. Se faz necessário retirar sua forca politica, que tal como qualquer forca politica e forca econômica. A forca politica dos ruralistas brasileiros se expressa pela sua posse de terras, e por tanto tao somente uma reforma agraria, com distribuição das terras para pequenos produtores, e produtores familiares permitiria aniquilar o poder economico dessa classe social (da burguesia ruralista), permitindo concomitantemente taxa aumentar os impostos sobre certos produtos industriais agrícolas comprados do exterior, permitindo finalmente o nascimento, desenvolvimento e prosperar de uma indústria nacional, através de edificação de um mercado nacional para essa industria, ate o seu desenvolvimento, no qual poderemos concorrer no mercado internacional. Manter as terras da burguesia agraria significa dar poder econômico a burguesia agraria. E dar poder econômico a burguesia agraria significa dar poder politico a mesma, uma vez que com poder econômico a burguesia agraria tem recursos para financiar a candidatura (tal como ja o faz) de candidatos que a represente a despeito dos interesses nacionais. Daixar o poder econômico nas maos da burguesia agraria significa deixar o poder politico em suas maos, uma vez que a burguesia agraria financia toda forma de propaganda (através dos aparelhos de mídia existentes – Globo, SBT, Record, Veja, etc), que lhe seja conveniente, promovendo todas as formas possíveis de calúnias contra as tentativas reais de promover a soberania nacional. Tal como ja foi expresso indiretamente ao tratarmos da burguesia agraria, outra das forcas reacionarias que atuam no pais e o capital estrangeiro, que aliciado a burguesia agraria (ou dito de outra forma: tendo a burguesia agraria como seu agente dentro do território nacional), financia diretamente o desmonte do poder publico, e/ou de qualquer instituição capaz de promover independência nacional real. Finalmente a última – não a ultima existente, mas uma das principais – forcas reacionarias existentes e atuantes no Brasil, são as Agências de Estado Americanas. Essas usadas pelos Capital Estrangeiro como Imediato no Brasil, financiam toda forma de propaganda e ação politica contraria a soberania nacional, uma vez que, obviamente, com um Brasil dependente/ com um Brasil semi-colonia, as potências estrangeiras faturam muito mais. Todos essas cinco juntas (Capital Estrangeiro, através das Agências de Estados Americanos, usando os Ruralistas para difundir o Liberalismo {Capital Estrangeiro; Agências de Estados Americanos; Ruralistas; Liberalismo}), constituem as forcas mais violentamente retroativas do Brasil/ constituem os inimigos numero 1 do povo brasileiro, dos interesses nacionais, do desenvolvimento nacional, do desenvolvimento de uma nacao forte, soberana e poderosa, e por tanto estão intrinsecamente ligados a todas as mazelas sociais das quais os Brasil e o povo brasileiro em geral (com todas as suas classes) e vítima. A aniquilação dessas forcas reacionarias e fator sine-qua-non para o desenvolvimento nacional, e para a realização de uma independência nacional plena/ para a realização dos destinos do povo brasileiro. Sem a aniquilação dessas forcas reacionarias nao sera possível promover no Brasil um processo de industrialização e de fomento a ciência e tecnologia. E sem um Brasil industrializado, com fomento a ciência e tecnologia, nao ha como o Brasil passar de sua condição de pais subserviente para nação forte, soberana e poderosa. Assim vemos que a superação das forcas reacionarias que atuam no Brasil de hoje, se da como uma necessidade histórica objetiva para a superação da situação de coisas em que o Brasil se encontra.
submitted by Emile-Principe to BrasildoB [link] [comments]


2020.01.11 19:42 ORoxo Como investir Keep it simple, Stupid!

Olá,
Se chegaste até aqui é porque estás preocupado com as tuas finanças, por isso, parabéns!
De facto, é uma preocupação fundamentada, uma vez que, de acordo com Relatório sobre a Sustentabilidade Financeira da Segurança Social publicado em Outubro de 2018 como anexo do Orçamento de Estado de 2019, a Segurança Social como a conhecemos hoje esgotar-se-á no final da segunda metade da década de 2040.
O FEFSS (Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social), a ser utilizado perante saldos negativos do sistema previdencial a partir do final da segunda metade da década de 2020, teria com a atual projeção, um esgotamento no final da segunda metade da década de 2040, representando uma melhoria face à projeção do relatório de sustentabilidade anexo ao Relatório do OE de 2017, em cinco anos.
Assim, se, tal como eu, estás a iniciar a tua vida adulta, provavelmente serás responsável pelo teu próprio sustento durante a idade da reforma. Como tal, temos de arranjar uma forma de garantir que o nosso dinheiro rende, para garantir esse conforto futuro.
A melhor forma que conheço para o fazer é através de investimentos, algo que começa agora a ser falado no nosso país, mas sobre o qual a generalidade das pessoas ainda sabe muito pouco.
Ao contrário de subs de outros países relacionadas com finanças pessoais onde existem vários tópicos Guide, em Portugal, tal não acontece.
Para colmatar essa lacuna, decidi escrever este post que espero ajudar aqueles que buscam conselhos financeiros e que se deparam com esta comunidade pela primeira vez.
Infelizmente (ou felizmente) não venho de famílias abastadas. Como tal, há cerca de 2/3 anos quando comecei a ganhar alguma autonomia financeira coincidente com a minha entrada no mercado de trabalho, comecei a pensar como viria a fazer face às minhas despesas - casa, carro, alimentação, etc.
Desta reflexão resultaram muitas horas de leitura e lições que agora partilho aqui convosco:
Lição 1: ninguém cuidará melhor do vosso dinheiro do que vocês.
Começo por partilhar convosco que uma das coisas que mais me irrita na indústria financeira - e no qual tenho a minha quota-parte de culpa, dado que é a minha área de formação - é da necessidade de complicar. Alguém que esteja de fora, ficará intimidado pela complexidade de palavras que usamos como asset alocation, derivatives, bonds, stocks, optimal portfolio allocation, options, warrants e futuros. Como se isso não bastasse, não educamos os jovens em finanças - em muitos casos temos dificuldade em poupar e noutros tantos em perceber como investir.
Claro que toda esta iliteracia financeira é um paraíso para portfolio managers e outros agentes dispostos a investir o vosso dinheiro por vocês. Porquê, perguntam vocês?
Existem três formas através das quais um porfolio manager consegue fazer dinheiro para a empresa:
  1. Comissões sobre produtos;
  2. Assets Under Management;
  3. Aconselhamento 1-on-1.
Em primeiro lugar, parte do salário de um portfolio manager, é variável. Por outras palavras, está dependente do lucro que trouxer para a empresa. Como tal, não é de admirar que vos sugerirão aqueles produtos que lhes dêem maior retorno, independentemente do retorno que vos trouxerem para vocês. Como tal, aqueles produtos que vos tentarão enfiar pela garganta abaixo são precisamente aqueles que vão de acordo com os objectivos deles (maximizar lucro) e não necessariamente os vossos (maximizar o retorno).
Para além disso, existe também o modelo AUM (Assets Under Management) que na práctica é 1-2% que vos cobrados pelo valor de activos na vossa carteiro. A título de exemplo, suponham que eu tenho 100.000€ investidos na institução A cuja taxa AUM é de 2%. Todos os anos terei de pagar 2.000€ à instituição financeira que faz a gestão dos meus activos, independentemente de ter, ou não lucro. Imaginem que num dado ano tive 6% de retorno, a inflação foi de 3% e a AUM é de 2%. Resta-me 1% de um retorno que deveria ter sido 3%. De repente, um ano que até teria sido bastante positivo transformou-se num mísero 1%. (Parece-vos justo? Nem a mim...)
Por último, alguns advisors estão ainda disponíveis para vos aconselha por uma módica quantia de X, sendo X um valor absolutamente ridículo para o qual não existe qualquer justificação lógica. Como se tal não bastasse, muitas vezes esse aconselhamento não se traduz em qualquer valor acrescentado para nós. Com sorte, vai de encontro ao ponto 1 e comem-nos por parvos duas vezes: no aconselhamento que roçou o medíocre e na venda de um produto com comissões altíssimas e retornos pelas ruas da amargura.
Dito isto, aqui fica a primeira lição: ninguém cuidará melhor do vosso dinheiro do que vocês!
No entanto, identificar um problema sem o tentar resolver soa-me um pouco hipócrita. Por isso, deixem-me introduzir-vos à segunda lição: é mais fácil do que parece.
Dado que, como já partilhei convosco acima, a minha formação base é finanças, comecei a pensar "como é que se investe?". Esta questão levou-me a ler vários livros sobre investimento e apercebi-me que, ao contrário do que todos os profissionais da área faziam parecer crer, investir, era bastante simples.
Tão simples, de facto, que alguém com zero experiência como investidor conseguirá obter um retorno melhor do que 80% dos ditos portfolio managers utilizando apenas as ferramentas que partilharei convosco neste thread.
O quê?! 80%?! Mas investir não é difícil?!
Não.
O quê?! Melhores retornos que portfolio managers que vivem, respiram e comem informação financeira?
Sim.
Afinal eu não preciso de pagar fees ao meu banco para investir por mim?!
Não.
Contudo, antes de partilhar convosco quais são essas ferramentas há três questões que são imperativas que saibam responder:
  1. Em que fase da vossa vida é que estão? Acumulação ou Preservação de riqueza?;
  2. Que níveis de risco é que estão disponíveis a aceitar?;
  3. O vosso horizonte temporal a nível de investimentos é longo ou curto prazo?.
Certamente repararam que as três questões estão intrinsecamente ligadas e que existe um tema comum a todas elas, risco. Pelo que gostava de começar por abordá-lo em primeiro lugar.
Ao contrário do que vos possam dizer ou vocês próprios possam pensar, não existe nenhum investimento 100% seguro.
Experimentem colocar o vosso dinheiro debaixo do colchão durante 20 anos e depois contem-me como os 20k€ que com tanto esforço, suor e lágrimas amealharam valem agora apenas 5k€ em bens e/ou serviços. Ou talvez vocês seja pessoas conservadoras e decidam comprar títulos do tesouro, mas nesse caso apresentar-vos-ei a minha inflação ou então são completamente o oposto e decidem que acções is the way to go, caso em que opto por vos dar a conhecer a minha outra amiga, deflação.
Estes exemplos não servem para vos desincentivar de investir. Queria apenas de uma forma, mais ou menos, lúdica demonstrar-vos que, qualquer que seja a nossa opção, nunca estamos 100% seguros. Consequentemente, a única opção que nos resta é fazer as escolhas que julgamos serem as mais correctas com a informação que temos disponível de momento - e atenção que não fazer escolha é, em si, uma escolha.
Dito isto, existem apenas outras três ferramentas que necessitam para construir o vosso portfolio:
(já repararam que eu gosto de manter as coisas simples?)
  1. Acções
E se invés de apostarmos numa única equipa e rezássemos para que essa equipa vencesse, pudéssemos apostar que uma qualquer equipa entre todas as que estão na competição poderia ganhar? As nossas odds seriam bem melhores, verdade?
É isso que constitui um index fund - um cabaz de acções de várias empresas. Regra geral, cada index fund tem um benchmark que segue o que acaba por definir as ações nas quais esse index fund invest. Tudo o que precisam de saber são três siglas muito simples, IWDA:NA, VUSA e VWRL.
Quais as diferenças?
Dentro dos fundos cotados (aka ETFs), existem duas sub-classes no que toca à distribuição dos dividendos consoante o fundo reeinvista autmaticamente os dividendos ou caso os distribua aos investidores, chamados accumulation ou distribution, respectivamente*.*
Isto é relevante principalmente para efeitos fiscais. No que toca a investimentos desta natureza, existem dois momentos nos quais estás sujeito a imposto.
Na altura de receberes os dividendos e no momento da venda propriamente dito.
Aquando da distribuição dos dividendos, o teu broker transferirá para a conta bancária associada o valor dos dividendos retirados os 28% de imposto. No momento da venda, analisar-se-á qual a mais ou menos valia que há a realizar. Isto é, se vendeste o investimento a um preço superior ao que compraste, o valor de imposto a pagar será de 28% sobre essa diferença. Se o valor de venda for inferior ao valor de compra, não terás qualquer imposto a pagar.
Logo, salvo raras excepções, é aconselhável que se invista num ETF que seja cumulativo (IWDA:NA). Desta forma, tiraremos proveito da capitalização composta dos juros ao mesmo tempo que adiamos o pagamento de impostos desnecessários.
  1. Obrigações
As obrigações proporcionam uma viagem ao longo do percurso de investidor um pouco mais suave. Pessoalmente, dada a minha idade, não creio que tenha muito interesse para mim. No entanto, para investidores mais conservadores, BND e AGGG-fund?switchLocale=y&siteEntryPassthrough=true) são as única sigla que precisam de conhecer neste sub-universo.
  1. Dinheiro
Um fundo de emergência é algo que devemos sempre ter. Ninguém sabe o que acontecerá no dia de amanhã e enquanto investidores de longo-prazo não queremos ter de liquidar os nossos activos devido a uma emergência. Por isso, três a seis meses de despesas fixas é um bom objectivo para se ter em dinheiro numa conta a ordem ou conta poupança que possa ser movimentada sem incorrer em custos.
Lição 2: Todos os portfolio managers acreditam que conseguem bater o mercado. Por sua vez, nós, investidores, acreditamos que conseguimos escolher aqueles que o fazem. Estamos todos enganados.
Imaginem uma sala cheia de crânios financeiros, vestidos nos seus fatos com tecidos italianos. Estes profissionais contam com anos de experiência nos mercados de capitais, para não falar das décadas passadas a estudar em grandes Business Schools.
Para além disso, têm à sua disposição inúmeras ferramentas da Bloomberg, Reuters e outros grandes players que lhes permitem ter acesso a toda a informação, constantemente actualizada, a qualquer instante.
Apesar de trabalharem noite e dia, estes guerreiros também descansam para um ocasional café, cigarro e almoço de negócios. Nesses raros e curtos momentos, encontram-se com outros analistas, experts, insiders das empresas nas quais investem e outra panóplia de gente importante.
Ao conviverem tão próximos com a realidade na qual investem, de certeza que eles sabem o que andam a fazer, certo?
Ahhhhh...think again.
Está comprovado impericamente (clicar irá fazer o download de um pdf) que os vários fundos de investimento não são capazes de dar rendibilidade superior ao seus investidores, quando comparado com o mercado.
Num horizonte temporal de 5 anos, 84,15% dos fundos de investimento tiveram uma performance pior do que o S&P500.
Logo, para terem um retorno superior ao mercado, vocês teriam de escolher o melhor fundo de investimentos possível, de um conjunto de 10! Como se isso não bastasse - e supondo que escolhiam o fundo vencedor -, ser-vos-ia cobra entre 1 a 2% em comissões. Não é muito? Para ilustrar a diferença que isto pode fazer, sigam o meu raciocínio:
Suponham que investiram 10.000€ há 30 anos num dado activo. A rentabilidade média desse mesmo activo foi de 7%, já tida a inflação em conta. Se tivessem investido vocês mesmos esse valor num index fund, teriam aproximadamente 66.000€. Por sua vez, se tivessem escolhido o fundo vencedor teriam apenas 43.000€. Uma diferença de 23.000€ tendo por base apenas 2%. Funny, right?
(aqui estou a supor que o fundo vencedor vos proporcionava apenas a mesma rentabilidade dada pelo mercado, mas dado que assumi, de 10 fundos de investimento, vocês escolhiam o único cuja rentabilidade não era pior que a do mercado, parece-me justo para balançar o cenário)
Este exemplo introduz-nos à próxima lição.
Lição 3: Controlem o que conseguem controlar
Esta conversa é toda muito bonita, mas o que raio é essa coisa da Vanguard e porque é que todos os EFTs que sugeres são geridos por eles? Afinal, também és um vendedor?!
Bom ponto, tens estado atento!
Um mercado de capitais é um sítio feio, se não soubermos gerir as emoções provavelmente perderemos muito dinheiro - mais sobre isto numa edição futura do post. A verdade é que os nossos investimentos irão desvalorizar e valorizar várias vezes ao longo do tempo. Como tal, uns anos serão positivos e outros nem tanto. Isto para dizer algo que ninguém gosta de ouvir: não podemos controlar o retorno que o mercado nos dá. Felizmente, há algo que nos cabe a nós controlar: o custo do nosso investimento.
Uma vez que o lucro do nosso investimento será nada mais do que retorno - custo, minimizando o custo estamos a optimizar esta equação.
É aqui que entra a Vanguard, fundada por um grande senhor, John Bogle, em 1975.
O que a torna tão especial é que, no momento da sua fundação, John Bogle estruturou-a de forma a que fosse customer-owned e cujo objetivo fosse o breakeven (i.e., não é suposto ter lucro, mas sim apenas ser capaz de fazer face às suas despesas).
Para compreenderem a diferença, uma empresa de investimento pode ter duas formas:
  1. É uma empresa privada. Funciona da mesma forma que um negócio familiar e o objectivo é gerar valor para os donos - a Fidelity Investments é um exemplo;
  2. É uma empresa cotada em bolsa, detida por accionistas.
Em qualquer um destes casos, o objectivo da empresa é gerar lucro. Apenas deste modo serão capazes de pagar as suas despesas e remunerar os seus donos, sejam eles privados ou accionistas. Não é difícil perceber que quanto maior for o lucro, maior será a fatia dada a cada um destes agentes. Logo, há todo um incentivo para a maximizar tanto quanto possível. E imaginem de quem virá essa fatia...nós, investidores, claro!
Por outras palavras, quando investimos com uma destas empresas, estamos a pagar pelo investimento financeiro propriamente dito e mais alguns pózinhos para os seus donos/accionistas.
Logo, é claro que há aqui um conflito de interesses - o mesmo se passa com portfolio managers, mas isso fica para uma outra versão do post. O dono de uma empresa de investimento quer que os fees sejam tão altos quanto possível. Eu, enquanto investidor, quero pagar o mínimo.
Ainda que este modelo de negócio seja perfeitamente digno. Nós, investidores, temos uma solução melhor! Acontece que John Bogle quando fundou a Vanguard, fê-lo de modo a que a mesma fosse detida pelos fundos que esta opera. Ora, uma vez que são os investidores que detêm os fundos, na práctica, os investidores detêm a própria Vanguard.
Logo, qualquer lucro que a empresa tivesse entraria directamente para a nossa carteira. No entanto, dado que este circulo Investidor - Vnaguard Mutual Funds - Vanguard - Investidor seria um pouco non-sense, a Vanguard opera no breakeven, cobrando os custos mínimos para garantir a sua operação.
No que é isto se traduz, na práctica? No facto de que o expense ratio (ou seja, a taxa de encargos correntes) média dos fundos da Vanguard seja 0.2% contra 1,20% da indústria. Pode não parecer muito, mas considerando este valor sobre vários anos e sobre um capital considerável, dá uns bons mlhares de euros poupados no final de uma vida de investidor.
Lição 4: Fazer para crer
Dito isto, como é que se compra essas coisas estranhas, ETFs? Para o fazer, precisam de uma correctora ou broker. Cada correctora practica o seu próprio preço. Por isso, é importante compararem-nos antes de abrirem conta numa delas. Deixo-vos aqui e aqui e aqui imagens de tabelas comparativas das várias correctoras a operar em Portugal (obrigado, Bárbara Barroso). Para além dos custos de aquisição de títulos, algumas delas cobram ainda custos de manuntenção e/ou outros.
Muitas destas correctoras permitem criar contas demo. Caso estejam indecisos. criem uma e experimentem a plataforma de negociação.
Feito este passo, é uma questão de acederem à dita plataforma, procurar os títulos indicados acima e adquiri-los.
Frequently Asked Questions
Os mercados estão em máximos históricos. Por isso, uma recessão está para breve. Será que devo esperar que a dita recessão chegue e que os mercados acalmem?
Ninguém sabe ao certo quando - e sequer se - estaremos perante uma recessão. A pesquisa feita em torno dos retornos históricos demonstra que se tiveres X€ para investir, a melhor solução é colocá-los de uma só vez no mercado.
Mas ainda ontem ouvi o Miguel Sousa Tavares a dizer que estaria para breve!
Não.
Ah, mas a minha tia, que é economista, disse no jantar de Natal que a guerra comercial da China e dos EUA...
Não.
Ah, mas o meu piriquito...
Não.
Ninguém consegue fazer timing ao mercado e quem vos disser o contrário está a tentar enganar-vos. No caso de serem vocês próprios, sentem-se à espera que a vontade passe, 99.9% das vezes estarão enganados.
Devo investir com a Degiro?
Antes de usarem a DeGiro como vossa correctora leiam este thread e pesquisem Amsterdamtrader Degiro no Google.
Com este tópico pretendo apenas informar-vos. Como tal, ainda que vos possa partilhar convosco como giro os meus investimentos, tento ser o mais imparcial possível. No entanto, sou defensor que devemos fazer escolhas conscientes. Não digo que não seja uma boa opção, estejam apenas consciente do que se passa no background.
Qual é a correctora que usas, u/ORoxo**?**
Comecei por usar o Banco Invest porque me dava uma segurança adicional fazê-lo através de um banco no qual confio. No entanto, os custos eram demasiado elevados e agora faço-o pela DeGiro, apesar do indiquei no ponto imediatamente acima. O importante é termos consciência dos riscos, lembrem-se.
O que acontece se a correctora que uso for à falência?
Regra geral, as correctoras mantêm os nossos activos numa entidade legal separada. Na práctica, isto significa que a correctora teria uma entidades para o negócio de corretagem propriamente dito através da qual realiza todas as actividades inerentes à operação (i.e., pagar os salários dos empregados, receber os fees dos clientes, etc, etc) e outra entidade à qual os nossos activos estariam alocados (dinheiro que temos em conta e os nossos produtos financeiros). A vantagem deste tipo de estrutura é que, em caso de falência do negócio, os ativos dos investidores não poderiam ser usados para pagar aos credores da correctora.
Não vos posso dizer se na práctica é 100% assim mas, pelo menos em teoria, isto acontece (ver e ver). Usando a DeGiro como exemplo:
DEGIRO holds Financial Instruments for you in such a way that they cannot be accessed by creditors of DEGIRO, even if DEGIRO would be bankrupt.
Ainda assim, supondo que a DeGiro ia à falência, dado que está sediada na Holanda, estaria ao abrigo do Investor Compensation Scheme que fará face às obrigações da correctora até um limite de 20k€ por investidor.
Para vos dar outro exemplo, caso investissem através da Interactive Brokers, o limite seria 500k€, uma vez que estariamos ao abrigo da SIPC (Securities Investor Protection Corporation).
Estes valores/regras dependerão do país no qual a correctora está sediada. Caso queiram optar por outra, as preocupações deverão rondar as seguintes questões:
Qual é a rentabilidade anual que posso esperar do meu portfólio, se seguir as estratégias deste post?
Tendo em consideração os dados do último século, o retorno médio anual do mercado de capitais foi de 10%. Na práctica, isto quer dizer que se adquirires um ETF cujo benchmark seja o S&P500 ou um índice global (muitas vezes os ETF deste tipo têm WLR ou World no nome), no longo prazo (20+ anos), podes esperar um retorno anual de 10% nos teus investimentos. Atenta, por favor, que isto não quer dizer que terás todos os anos 10% - poderão haver anos que ganhas 30% e noutros perdes 15%, por exemplo. Ainda assim, no longo-prazo, em média, poderás esperar um retorno de 10%/ano.
O importante é que não faças o que a maior parte das pessoas faz: vender quando o mercado está a cair e comprar quanto o mercado está em alta. O nosso objectivo enquanto investidores de longo prazo deve ser comprar sempre o mesmo em valor absoluto (supõe que defines como objetivo uma taxa de poupança de 30%/mês; deverás investir sempre esses 30% quer o ETF custe 10€ ou 80€). Uns anos essa poupança de 30% comprará mais unidades do dito ETF, outras menos. Ainda assim, no final da nossa vida de investidor, poderemos esperar um retorno de 10%/ano, em média.
Para aqueles que são conservadores, usem 6% como referência.
O ETF xpto é uma boa alternativa aos que mencionas no teu post?
Quando consideramos investir num ETF há algumas questões que devemos colocar:
  1. Qual é o activo subjacente ao ETF?
  2. Qual o custo de gestão do ETF?
  3. O ETF é cumulativo ou distribuí dividendos?
  4. Em que praça é cotado?
  5. Em que moeda está denominado o ETF?
Em primeiro lugar, importa perceber qual é o activo que está subjacente ao ETF.
Em segundo lugar, importa analisar os custos.
Eu posso pensar "epah estar exposto ao mundo todo é melhor do que estar apenas exposto ao mercado dos EUA." Certíssimo. No entanto, o retorno que irei ter ao estar exposto a empresas de diferentes geografias vai compensar a diferença de custos de gestão anuais que terei de pagar? Para além disso, supondo que estou a investir em empresas do S&P500, a maior parte delas operam em vários mercados. Será que faz sentido optar por um ETF que diversifica ainda mais, incorrendo em custos superiores, quando as grandes empresas são, hoje em dia, na sua grande maioria, globais?".
O ponto 3, ainda para mais em Portugal, é fulcral. Cada vez que te forem pagos dividendos, pagarás 28% de imposto. Logo, supondo que recebes 1.000€ de dividendos, só receberás à cabeça 720€. Num ano, pode não parecer muito, capitaliza isto pela tua vida de investidor, no meu caso 50 ou 60€ e tens uma valente fortuna paga ao Estado, sem motivo para isso.
Qual é então a solução? Fácil! Investir num ETF que invés de te dar os 1.000€ todos os anos, os investe automaticamente no ETF. Não só poupaste 28% em imposto como o poder do juro composto vai multiplicar este valor inúmeras vezes. Lembra-te, sempre que possível, accumulating.
O próximo ponto também é essencial uma vez que se o EFT for cotado nos EUA não está sequer acessível para nós. Infelizmente, as normas europeias exigem que os issuers forneçam uma série de informação, sem a qual os ETF não poderão ser transacionados em bolsa Europeias. Consequentemente, não são sequer solução para nós porque simplesmente não estão disponíveis.
Por último, há pessoas que consideram que seja bastante importante a moeda na qual o ETF está cotado devido ao currency risk (i.e., supõe que tens um activo em USD e gastas o teu dinheiro em EUR. O risco é que o USD desvalorize face ao EUR e que, consequentemente, percas poder de compra).
Pessoalmente, não é algo que me faça perder o sono, mas é uma questão a considerar.
O que acontecerá às minhas poupanças daqui a 20 anos se conseguir investir mais 50€/mês?
De acordo com esta calculadora, daqui a 20 anos terás mais 36.199,34€ ou 22.782,29€, consoante a tua perspectiva face à taxa de juro seja optimista ou pessimista, respectivamente.
Quero aprender mais sobre o tópico. O que me aconselhas?
Infelizmente, muito do conteúdo que existe está extremamente vocacionado para o mercado Norte-americano, em particular os EUA - surprise, surprise, han?
De qualquer modo, existem muitas (e boas!) lições que podemos adaptar à nossa realidade. Por isso, caso se sintam à vontade a ler inglês aconselho os seguintes livros:
Creio que para a maior parte deles poderão encontrar a versão em PT. No entanto, caso considerem que há interesse posso fazer um breve resumo de cada um deles e incluí-lo no âmbito do thread.
Para aqueles cujas versões de inglês forem suficientes, mas cujo valor dos livros faça diferença no orçamento familiar, mandem-me dm.
Tenho mais de 100.000€ disponível para investir, devo seguir o mesmo processo?
Não.
Nesse caso, por favor, abre uma garrafa de champanhe. Para além de estares entre os 20% mais ricos de Portugal e dinheiro não ser uma preocupação para ti, podes investir directamente com a Vanguard.
Para o fazeres, envia um e-mail para [email protected] com a indicação de que pretendes investir no index fund cujo ISIN é IE0002639668. Infelizmente, a partir daqui não te consigo ajudar mais, uma vez que ainda não estou neste patamar. Contudo, para questões particulares, estou sempre disponível por dm, se necessitares.
Caso pretendas consultar os restantes fundos disponíveis para investidores portugueses podes fazê-lo aqui.
Creio que já deu para entender que adoro este temas. Por isso, caso tenham alguma questão, estejam completamente à vontade para a colocar nos comentários ou enviar-me dm. Terei todo o gosto em ajudar cada um de vocês em tudo o que me for possível.
Como qualquer pessoa, sou humano e, como tal, não sei tudo. Ainda assim, se for esse o caso, estou disponível para ir aprender de modo a ser capaz de vos explicar e partilhar convosco.
Provavelmente editarei este tópico várias vezes à medida que me for lembrando de mais informação. Até lá, espero que vos seja útil!
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2019.12.30 13:30 ebookrevenda Como começar a trabalhar com revendas na internet

Como começar a trabalhar com revendas na internet

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O grande segredo para se fazer vendas online na verdade nem sempre está ligado ao que vender e sim como divulgar esse produto, na internet existe uma vastidão de pessoas interessadas em qualquer produto que você tenha à venda A grande questão aí onde estão essas pessoas como chegar até elas e apresentar o seu produto, Se você consegue fazer isso de forma fácil com certeza vai fazer muitas vendas.
Hoje tem uns cursos online e muitos outros que ensinam essas práticas, logicamente que isso é algo que também se aprende com o tempo e experiência, porém é claro que se optar por algum desses materiais você vai aprender tudo mais rápido.
Apesar das coisas mudarem muito rapidamente na internet, você pode aprender alguns truques de divulgação que sempre serão de grande valia, E mais uma vez posso afirmar que para se trabalhar com vendas na internet o grande segredo de tudo é saber onde divulgar seu produto ou serviço, se tiver essa fórmula você vai fazer sucesso vendendo na internet.

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Hoje existem muitas técnicas que podem ser usadas para alavancar vendas na internet, e quanto ao que você vai vender, mas não tem nenhum produto ou serviço você pode encontrar sites onde pode se afiliar e divulgar o produto de outras pessoas, fizeram uma pesquisa no Google por: “programadivulgarsite portfolio” Você vai encontrar alguns softwares de automação de marketing, softwares podem ser usados Tanto para você divulgar qualquer produto que tenha quanto para trabalhar os revendendo, deixe-me explicar melhor,
Ao visitar o site você vai encontrar alguns softwares, alguns deles têm sistema de revenda onde você ganha quase 50% Quando consegue indicar o software a alguém e esse alguém compra o software, ou seja por cada indicação que você fizer você vai ganhar por isso.
Resumidamente o seu único trabalho divulgar o link que eles vão te fornecer e sempre que alguém visitar o site pelo seu link e se registrar você ganha, sem qualquer trabalho complexo Bastando Apenas divulgar o serviço.

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Você pode encontrar diversos sistemas como esses E logicamente deve optar pelo mais te agrada, pensando logicamente no produto que vai estar oferecendo pois no final ele pode ser o segredo ou não de seu sucesso fazendo vendas na internet, geralmente esses sistemas te dão toda segurança como por exemplo um painel de controle onde você pode acompanhar as suas divulgações e resultados, onde você pode ver quem emitiu algum pedido de compra, e-mail de possíveis compradores, suporte, E o que mais seja necessário para que você tenha segurança com o sistema.
Com a experiência que tive até o momento posso dizer que é algo que realmente vale a pena considerando que o seu investimento é mínimo diante dos ganhos que você pode obter com sistema desse tipo.
Se fizer uma pesquisa por: "PCG Programa Classificados Grátis", você também vai encontrar outro sistema semelhante, se trata de um software que você também pode estar revendendo e que também tem gerado bons resultados
Enfim, Essas são algumas dicas que posso dar, Espero que a resposta tenha sido adequada a sua pergunta e agradeço muito se puder dar um voto positivo, desejo muito sucesso e espero que tenha bons resultados com seus negócios online

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2019.12.28 13:24 ORoxo Como investir Keep it simple, Stupid!

Olá,
Se chegaste até aqui é porque estás preocupado com as tuas finanças, por isso, parabéns!
De facto, é uma preocupação fundamentada, uma vez que, de acordo com Relatório sobre a Sustentabilidade Financeira da Segurança Social publicado em Outubro de 2018 como anexo do Orçamento de Estado de 2019, a Segurança Social como a conhecemos hoje esgotar-se-á no final da segunda metade da década de 2040.

O FEFSS (Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social), a ser utilizado perante saldos negativos do sistema previdencial a partir do final da segunda metade da década de 2020, teria com a atual projeção, um esgotamento no final da segunda metade da década de 2040, representando uma melhoria face à projeção do relatório de sustentabilidade anexo ao Relatório do OE de 2017, em cinco anos.

Assim, se, tal como eu, estás a iniciar a tua vida adulta, provavelmente será responsável pelo teu próprio sustento durante a idade da reforma. Como tal, temos de arranjar uma forma de garantir que o nosso dinheiro rende, para garantir esse conforto futuro.
A melhor forma que conheço para o fazer é através de investimentos, algo que começa agora a ser falado no nosso país, mas sobre o qual a generalidade das pessoas ainda sabe muito pouco.

Ao contrário de subs de outros países relacionadas com finanças pessoais onde existem vários tópicos Guide, em Portugal, tal não acontece.
Para colmatar essa lacuna, decidi escrever este post que espero ajudar aqueles que buscam conselhos financeiros e que se deparam com esta comunidade pela primeira vez.
Infelizmente (ou felizmente) não venho de famílias abastadas. Como tal, há cerca de 2/3 anos quando comecei a ganhar alguma autonomia financeira coincidente com a minha entrada no mercado de trabalho, comecei a pensar como é viria a fazer face às minhas despesas - casa, carro, alimentação, etc.
Desta reflexão resultaram muitas horas de leitura e lições que agora partilho aqui convosco:

Lição 1: ninguém cuidará melhor do vosso dinheiro do que vocês.
Começo por partilhar convosco que uma das coisas que mais me irrita na indústria financeira - e no qual tenho a minha quota-parte de culpa, dado que é a minha área de formação - é da necessidade de complicar. Alguém que esteja de fora, ficará intimidado pela complexidade de palavras que usamos como asset alocation, derivatives, bonds, stocks, optimal portfolio allocation, options, warrants e futuros. Como se isso não bastasse, não educamos os jovens em finanças - em muitos casos temos dificuldade em poupar e noutros tantos em perceber como investir.
Claro que toda esta iliteracia financeira é um paraíso para portfolio managers e outros agentes dispostos a investir o vosso dinheiro por vocês. Porquê, perguntam vocês?
Existem três formas através das quais um porfolio manager consegue fazer dinheiro para a empresa:
  1. Comissões sobre produtos;
  2. Assets Under Management;
  3. Aconselhamento 1-on-1.

Em primeiro lugar, parte do salário de um portfolio manager, é variável. Por outras palavras, está dependente do lucro que trouxer para a empresa. Como tal, não é de admirar que vos sugerirão aqueles produtos que lhes dêem maior retorno, independentemente do retorno que vos trouxerem para vocês. Como tal, aqueles produtos que vos tentarão enfiar pela garganta abaixo são precisamente aqueles que vão de acordo com os objectivos deles (maximizar lucro) e não necessariamente os vossos (maximizar o retorno).
Para além disso, existe também o modelo AUM (Assets Under Management) que na práctica é 1-2% que vos cobrados pelo valor de activos na vossa carteiro. A título de exemplo, suponham que eu tenho 100.000€ investidos na institução A cuja taxa AUM é de 2%. Todos os anos terei de pagar 2.000€ à instituição financeira que faz a gestão dos meus activos, independentemente de ter, ou não lucro. Imaginem que num dado ano tive 6% de retorno, a inflação foi de 3% e a AUM é de 2%. Resta-me 1% de um retorno que deveria ter sido 3%. De repente, um ano que até teria sido bastante positivo transformou-se num mísero 1%. (Parece-vos justo? Nem a mim...)
Por último, alguns advisors estão ainda disponíveis para vos aconselha por uma módica quantia de X, sendo X um valor absolutamente ridículo para o qual não existe qualquer justificação lógica. Como se tal não bastasse, muitas vezes esse aconselhamento não se traduz em qualquer valor acrescentado para nós. Com sorte, vai de encontro ao ponto 1 e comem-nos por parvos duas vezes: no aconselhamento que roçou o medíocre e na venda de um produto com comissões altíssimas e retornos pelas ruas da amargura.

Dito isto, aqui fica a primeira lição: ninguém cuidará melhor do vosso dinheiro do que vocês!

No entanto, identificar um problema sem o tentar resolver soa-me um pouco hipócrita. Por isso, deixem-me introduzir-vos à segunda lição: é mais fácil do que parece.

Dado que, como já partilhei convosco acima, a minha formação base é finanças, comecei a pensar "como é que se investe?". Esta questão levou-me a ler vários livros sobre investimento e apercebi-me que, ao contrário do que todos os profissionais da área faziam parecer crer, investir, era bastante simples.
Tão simples, de facto, que alguém com zero experiência como investidor conseguirá obter um retorno melhor do que 80% dos ditos portfolio managers utilizando apenas as ferramentas que partilharei convosco neste thread.

O quê?! 80%?! Mas investir não é difícil?!
Não.

O quê?! Melhores retornos que portfolio managers que vivem, respiram e comem informação financeira?
Sim.

Afinal eu não preciso de pagar fees ao meu banco para investir por mim?!
Não.

Contudo, antes de partilhar convosco quais são essas ferramentas há três questões que são imperativas que saibam responder:

  1. Em que fase da vossa vida é que estão? Acumulação ou Preservação de riqueza?;
  2. Que níveis de risco é que estão disponíveis a aceitar?;
  3. O vosso horizonte temporal a nível de investimentos é longo ou curto prazo?.

Certamente repararam que as três questões estão intrinsecamente ligadas e que existe um tema comum a todas elas, risco. Pelo que gostava de começar por abordá-lo em primeiro lugar.
Ao contrário do que vos possam dizer ou vocês próprios possam pensar, não existe nenhum investimento 100% seguro.
Experimentem colocar o vosso dinheiro debaixo do colchão durante 20 anos e depois contem-me como os 20k€ que com tanto esforço, suor e lágrimas amealharam valem agora apenas 5k€ em bens e/ou serviços. Ou talvez vocês seja pessoas conservadoras e decidam comprar títulos do tesouro, mas nesse caso apresentar-vos-ei a minha inflação ou então são completamente o oposto e decidem que acções is the way to go, caso em que opto por vos dar a conhecer a minha outra amiga, deflação.
Estes exemplos não servem para vos desincentivar de investir. Queria apenas de uma forma, mais ou menos, lúdica demonstrar-vos que, qualquer que seja a nossa opção, nunca estamos 100% seguros. Consequentemente, a única opção que nos resta é fazer as escolhas que julgamos serem as mais correctas com a informação que temos disponível de momento - e atenção que não fazer escolha é, em si, uma escolha.
Dito isto, existem apenas outras três ferramentas que necessitam para construir o vosso portfolio:
(já repararam que eu gosto de manter as coisas simples?)

  1. Acções
E se invés de apostarmos numa única equipa e rezássemos para que essa equipa vencesse, pudéssemos apostar que uma qualquer equipa entre todas as que estão na competição poderia ganhar? As nossas odds seriam bem melhores, verdade?
É isso que constitui um index fund - um cabaz de acções de várias empresas. Regra geral, cada index fund tem um benchmark que segue o que acaba por definir as ações nas quais esse index fund invest. Tudo o que precisam de saber são três siglas muito simples, IWDA:NA, VUSA e VWRL.

Quais as diferenças?
Dentro dos fundos cotados (aka ETFs), existem duas sub-classes no que toca à distribuição dos dividendos consoante o fundo reeinvista autmaticamente os dividendos ou caso os distribua aos investidores, chamados accumulation ou distribution, respectivamente*.*
Isto é relevante principalmente para efeitos fiscais. No que toca a investimentos desta natureza, existem dois momentos nos quais estás sujeito a imposto.
Na altura de receberes os dividendos e no momento da venda propriamente dito.
Aquando da distribuição dos dividendos, o teu broker transferirá para a conta bancária associada o valor dos dividendos retirados os 28% de imposto. No momento da venda, analisar-se-á qual a mais ou menos valia que há a realizar. Isto é, se vendeste o investimento a um preço superior ao que compraste, o valor de imposto a pagar será de 28% sobre essa diferença. Se o valor de venda for inferior ao valor de compra, não terás qualquer imposto a pagar.
Logo, salvo raras excepções, é aconselhável que se invista num ETF que seja cumulativo (IWDA:NA). Desta forma, tiraremos proveito da capitalização composta dos juros ao mesmo tempo que adiamos o pagamento de impostos desnecessários.

  1. Obrigações
As obrigações proporcionam uma viagem ao longo do percurso de investidor um pouco mais suave. Pessoalmente, dada a minha idade, não creio que tenha muito interesse para mim. No entanto, para investidores mais conservadores, BND e AGGG-fund?switchLocale=y&siteEntryPassthrough=true) são as única sigla que precisam de conhecer neste sub-universo.

  1. Dinheiro
Um fundo de emergência é algo que devemos sempre ter. Ninguém sabe o que acontecerá no dia de amanhã e enquanto investidores de longo-prazo não queremos ter de liquidar os nossos activos devido a uma emergência. Por isso, três a seis meses de despesas fixas é um bom objectivo para se ter em dinheiro numa conta a ordem ou conta poupança que possa ser movimentada sem incorrer em custos.

Lição 2: Todos os portfolio managers acreditam que conseguem bater o mercado. Por sua vez, nós, investidores, acreditamos que conseguimos escolher aqueles que o fazem. Estamos todos enganados.

Imaginem uma sala cheia de crânios financeiros, vestidos nos seus fatos com tecidos italianos. Estes profissionais contam com anos de experiência nos mercados de capitais, para não falar das décadas passadas a estudar em grandes Business Schools.
Para além disso, têm à sua disposição inúmeras ferramentas da Bloomberg, Reuters e outros grandes players que lhes permitem ter acesso a toda a informação, constantemente actualizada, a qualquer instante.
Apesar de trabalharem noite e dia, estes guerreiros também descansam para um ocasional café, cigarro e almoço de negócios. Nesses raros e curtos momentos, encontram-se com outros analistas, experts, insiders das empresas nas quais investem e outra panóplia de gente importante.
Ao conviverem tão próximos com a realidade na qual investem, de certeza que eles sabem o que andam a fazer, certo?
Ahhhhh...think again.
Está comprovado impericamente (clicar irá fazer o download de um pdf) que os vários fundos de investimento não são capazes de dar rendibilidade superior ao seus investidores, quando comparado com o mercado.
Num horizonte temporal de 5 anos, 84,15% dos fundos de investimento tiveram uma performance pior do que o S&P500.
Logo, para terem um retorno superior ao mercado, vocês teriam de escolher o melhor fundo de investimentos possível, de um conjunto de 10! Como se isso não bastasse - e supondo que escolhiam o fundo vencedor -, ser-vos-ia cobra entre 1 a 2% em comissões. Não é muito? Para ilustrar a diferença que isto pode fazer, sigam o meu raciocínio:

Suponham que investiram 10.000€ há 30 anos num dado activo. A rentabilidade média desse mesmo activo foi de 7%, já tida a inflação em conta. Se tivessem investido vocês mesmos esse valor num index fund, teriam aproximadamente 66.000€. Por sua vez, se tivessem escolhido o fundo vencedor teriam apenas 43.000€. Uma diferença de 23.000€ tendo por base apenas 2%. Funny, right?

(aqui estou a supor que o fundo vencedor vos proporcionava apenas a mesma rentabilidade dada pelo mercado, mas dado que assumi, de 10 fundos de investimento, vocês escolhiam o único cuja rentabilidade não era pior que a do mercado, parece-me justo para balançar o cenário)

Este exemplo introduz-nos à próxima lição.

Lição 3: Controlem o que conseguem controlar

Esta conversa é toda muito bonita, mas o que raio é essa coisa da Vanguard e porque é que todos os EFTs que sugeres são geridos por eles? Afinal, também és um vendedor?!

Bom ponto, tens estado atento!
Um mercado de capitais é um sítio feio, se não soubermos gerir as emoções provavelmente perderemos muito dinheiro - mais sobre isto numa edição futura do post. A verdade é que os nossos investimentos irão desvalorizar e valorizar várias vezes ao longo do tempo. Como tal, uns anos serão positivos e outros nem tanto. Isto para dizer algo que ninguém gosta de ouvir: não podemos controlar o retorno que o mercado nos dá. Felizmente, há algo que nos cabe a nós controlar: o custo do nosso investimento.
Uma vez que o lucro do nosso investimento será nada mais do que retorno - custo, minimizando o custo estamos a optimizar esta equação.
É aqui que entra a Vanguard, fundada por um grande senhor, John Bogle, em 1975.
O que a torna tão especial é que, no momento da sua fundação, John Bogle estruturou-a de forma a que fosse customer-owned e cujo objetivo fosse o breakeven (i.e., não é suposto ter lucro, mas sim apenas ser capaz de fazer face às suas despesas).
Para compreenderem a diferença, uma empresa de investimento pode ter duas formas:

  1. É uma empresa privada. Funciona da mesma forma que um negócio familiar e o objectivo é gerar valor para os donos - a Fidelity Investments é um exemplo;
  2. É uma empresa cotada em bolsa, detida por accionistas.

Em qualquer um destes casos, o objectivo da empresa é gerar lucro. Apenas deste modo serão capazes de pagar as suas despesas e remunerar os seus donos, sejam eles privados ou accionistas. Não é difícil perceber que quanto maior for o lucro, maior será a fatia dada a cada um destes agentes. Logo, há todo um incentivo para a maximizar tanto quanto possível. E imaginem de quem virá essa fatia...nós, investidores, claro!
Por outras palavras, quando investimos com uma destas empresas, estamos a pagar pelo investimento financeiro propriamente dito e mais alguns pózinhos para os seus donos/accionistas.
Logo, é claro que há aqui um conflito de interesses - o mesmo se passa com portfolio managers, mas isso fica para uma outra versão do post. O dono de uma empresa de investimento quer que os fees sejam tão altos quanto possível. Eu, enquanto investidor, quero pagar o mínimo.
Ainda que este modelo de negócio seja perfeitamente digno. Nós, investidores, temos uma solução melhor! Acontece que John Bogle quando fundou a Vanguard, fê-lo de modo a que a mesma fosse detida pelos fundos que esta opera. Ora, uma vez que são os investidores que detêm os fundos, na práctica, os investidores detêm a própria Vanguard.
Logo, qualquer lucro que a empresa tivesse entraria directamente para a nossa carteira. No entanto, dado que este circulo Investidor - Vnaguard Mutual Funds - Vanguard - Investidor seria um pouco non-sense, a Vanguard opera no breakeven, cobrando os custos mínimos para garantir a sua operação.

No que é isto se traduz, na práctica? No facto de que o expense ratio (ou seja, a taxa de encargos correntes) média dos fundos da Vanguard seja 0.2% contra 1,20% da indústria. Pode não parecer muito, mas considerando este valor sobre vários anos e sobre um capital considerável, dá uns bons mlhares de euros poupados no final de uma vida de investidor.

Lição 4: Fazer para crer
Dito isto, como é que se compra essas coisas estranhas, ETFs? Para o fazer, precisam de uma correctora ou broker. Cada correctora practica o seu próprio preço. Por isso, é importante compararem-nos antes de abrirem conta numa delas. Deixo-vos aqui e aqui e aqui imagens de tabelas comparativas das várias correctoras a operar em Portugal (obrigado, Bárbara Barroso). Para além dos custos de aquisição de títulos, algumas delas cobram ainda custos de manuntenção e/ou outros.
Muitas destas correctoras permitem criar contas demo. Caso estejam indecisos. criem uma e experimentem a plataforma de negociação.
Feito este passo, é uma questão de acederem à dita plataforma, procurar os títulos indicados acima e adquiri-los.


Frequently Asked Questions

Os mercados estão em máximos históricos. Por isso, uma recessão está para breve. Será que devo esperar que a dita recessão chegue e que os mercados acalmem?
Ninguém sabe ao certo quando - e sequer se - estaremos perante uma recessão. A pesquisa feita em torno dos retornos históricos demonstra que se tiveres X€ para investir, a melhor solução é colocá-los de uma só vez no mercado.

Mas ainda ontem ouvi o Miguel Sousa Tavares a dizer que estaria para breve!
Não.
Ah, mas a minha tia, que é economista, disse no jantar de Natal que a guerra comercial da China e dos EUA...
Não.
Ah, mas o meu piriquito...
Não.

Ninguém consegue fazer timing ao mercado e quem vos disser o contrário está a tentar enganar-vos. No caso de serem vocês próprios, sentem-se à espera que a vontade passe, 99.9% das vezes estarão enganados.

Devo investir com a Degiro?
Antes de usarem a DeGiro como vossa correctora leiam este thread e pesquisem Amsterdamtrader Degiro no Google.
Com este tópico pretendo apenas informar-vos. Como tal, ainda que vos possa partilhar convosco como giro os meus investimentos, tento ser o mais imparcial possível. No entanto, sou defensor que devemos fazer escolhas conscientes. Não digo que não seja uma boa opção, estejam apenas consciente do que se passa no background.

Qual é a correctora que usas, u/ORoxo**?**
Comecei por usar o Banco Invest porque me dava uma segurança adicional fazê-lo através de um banco no qual confio. No entanto, os custos eram demasiado elevados e agora faço-o pela DeGiro, apesar do indiquei no ponto imediatamente acima. O importante é termos consciência dos riscos, lembrem-se.

O que acontece se a correctora que uso for à falência?
Regra geral, as correctoras mantêm os nossos activos numa entidade legal separada. Na práctica, isto significa que a correctora teria uma entidades para o negócio de corretagem propriamente dito através da qual realiza todas as actividades inerentes à operação (i.e., pagar os salários dos empregados, receber os fees dos clientes, etc, etc) e outra entidade à qual os nossos activos estariam alocados (dinheiro que temos em conta e os nossos produtos financeiros). A vantagem deste tipo de estrutura é que, em caso de falência do negócio, os ativos dos investidores não poderiam ser usados para pagar aos credores da correctora.
Não vos posso dizer se na práctica é 100% assim mas, pelo menos em teoria, isto acontece (ver e ver). Usando a DeGiro como exemplo:

DEGIRO holds Financial Instruments for you in such a way that they cannot be accessed by creditors of DEGIRO, even if DEGIRO would be bankrupt.

Ainda assim, supondo que a DeGiro ia à falência, dado que está sediada na Holanda, estaria ao abrigo do Investor Compensation Scheme que fará face às obrigações da correctora até um limite de 20k€ por investidor.
Para vos dar outro exemplo, caso investissem através da Interactive Brokers, o limite seria 500k€, uma vez que estariamos ao abrigo da SIPC (Securities Investor Protection Corporation).
Estes valores/regras dependerão do país no qual a correctora está sediada. Caso queiram optar por outra, as preocupações deverão rondar as seguintes questões:


Qual é a rentabilidade anual que posso esperar do meu portfólio, se seguir as estratégias deste post?
Tendo em consideração os dados do último século, o retorno médio anual do mercado de capitais foi de 10%. Na práctica, isto quer dizer que se adquirires um ETF cujo benchmark seja o S&P500 ou um índice global (muitas vezes os ETF deste tipo têm WLR ou World no nome), no longo prazo (20+ anos), podes esperar um retorno anual de 10% nos teus investimentos. Atenta, por favor, que isto não quer dizer que terás todos os anos 10% - poderão haver anos que ganhas 30% e noutros perdes 15%, por exemplo. Ainda assim, no longo-prazo, em média, poderás esperar um retorno de 10%/ano.
O importante é que não faças o que a maior parte das pessoas faz: vender quando o mercado está a cair e comprar quanto o mercado está em alta. O nosso objectivo enquanto investidores de longo prazo deve ser comprar sempre o mesmo em valor absoluto (supõe que defines como objetivo uma taxa de poupança de 30%/mês; deverás investir sempre esses 30% quer o ETF custe 10€ ou 80€). Uns anos essa poupança de 30% comprará mais unidades do dito ETF, outras menos. Ainda assim, no final da nossa vida de investidor, poderemos esperar um retorno de 10%/ano, em média.

Para aqueles que são conservadores, usem 6% como referência.

O ETF xpto é uma boa alternativa aos que mencionas no teu post?
Quando consideramos investir num ETF há algumas questões que devemos colocar:
  1. Qual é o activo subjacente ao ETF?
  2. Qual o custo de gestão do ETF?
  3. O ETF é cumulativo ou distribuí dividendos?
  4. Em que praça é cotado?
  5. Em que moeda está denominado o ETF?
Em primeiro lugar, importa perceber qual é o activo que está subjacente ao ETF.
Em segundo lugar, importa analisar os custos.
Eu posso pensar "epah estar exposto ao mundo todo é melhor do que estar apenas exposto ao mercado dos EUA." Certíssimo. No entanto, o retorno que irei ter ao estar exposto a empresas de diferentes geografias vai compensar a diferença de custos de gestão anuais que terei de pagar? Para além disso, supondo que estou a investir em empresas do S&P500, a maior parte delas operam em vários mercados. Será que faz sentido optar por um ETF que diversifica ainda mais, incorrendo em custos superiores, quando as grandes empresas são, hoje em dia, na sua grande maioria, globais?".
O ponto 3, ainda para mais em Portugal, é fulcral. Cada vez que te forem pagos dividendos, pagarás 28% de imposto. Logo, supondo que recebes 1.000€ de dividendos, só receberás à cabeça 720€. Num ano, pode não parecer muito, capitaliza isto pela tua vida de investidor, no meu caso 50 ou 60€ e tens uma valente fortuna paga ao Estado, sem motivo para isso.
Qual é então a solução? Fácil! Investir num ETF que invés de te dar os 1.000€ todos os anos, os investe automaticamente no ETF. Não só poupaste 28% em imposto como o poder do juro composto vai multiplicar este valor inúmeras vezes. Lembra-te, sempre que possível, accumulating.
O próximo ponto também é essencial uma vez que se o EFT for cotado nos EUA não está sequer acessível para nós. Infelizmente, as normas europeias exigem que os issuers forneçam uma série de informação, sem a qual os ETF não poderão ser transacionados em bolsa Europeias. Consequentemente, não são sequer solução para nós porque simplesmente não estão disponíveis.
Por último, há pessoas que consideram que seja bastante importante a moeda na qual o ETF está cotado devido ao currency risk (i.e., supõe que tens um activo em USD e gastas o teu dinheiro em EUR. O risco é que o USD desvalorize face ao EUR e que, consequentemente, percas poder de compra).
Pessoalmente, não é algo que me faça perder o sono, mas é uma questão a considerar.

O que acontecerá às minhas poupanças daqui a 20 anos se conseguir investir mais 50€/mês?
De acordo com esta calculadora, daqui a 20 anos terás mais 36.199,34€ ou 22.782,29€, consoante a tua perspectiva face à taxa de juro seja optimista ou pessimista, respectivamente.

Terás tido um proveito líquido de 19% com esta simples operação, excluído eventuais comissões de resgate e subscrição. Daí que o passo 1 seja importante.
De nada :)

Quero aprender mais sobre o tópico. O que me aconselhas?
Infelizmente, muito do conteúdo que existe está extremamente vocacionado para o mercado Norte-americano, em particular os EUA - surprise, surprise, han?
De qualquer modo, existem muitas (e boas!) lições que podemos adaptar à nossa realidade. Por isso, caso se sintam à vontade a ler inglês aconselho os seguintes livros:


Creio que para a maior parte deles poderão encontrar a versão em PT. No entanto, caso considerem que há interesse posso fazer um breve resumo de cada um deles e incluí-lo no âmbito do thread.
Para aqueles cujas versões de inglês forem suficientes, mas cujo valor dos livros faça diferença no orçamento familiar, mandem-me dm.

Tenho mais de 100.000€ disponível para investir, devo seguir o mesmo processo?
Não.
Nesse caso, por favor, abre uma garrafa de champanhe. Para além de estares entre os 20% mais ricos de Portugal e dinheiro não ser uma preocupação para ti, podes investir directamente com a Vanguard.
Para o fazeres, envia um e-mail para [[email protected]](mailto:[email protected]) com a indicação de que pretendes investir no index fund cujo ISIN é IE0002639668. Infelizmente, a partir daqui não te consigo ajudar mais, uma vez que ainda não estou neste patamar. Contudo, para questões particulares, estou sempre disponível por dm, se necessitares.
Caso pretendas consultar os restantes fundos disponíveis para investidores portugueses podes fazê-lo aqui.


Creio que já deu para entender que adoro este temas. Por isso, caso tenham alguma questão, estejam completamente à vontade para a colocar nos comentários ou enviar-me dm. Terei todo o gosto em ajudar cada um de vocês em tudo o que me for possível.
Como qualquer pessoa, sou humano e, como tal, não sei tudo. Ainda assim, se for esse o caso, estou disponível para ir aprender de modo a ser capaz de vos explicar e partilhar convosco.

Provavelmente editarei este tópico várias vezes à medida que me for lembrando de mais informação. Até lá, espero que vos seja útil!
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2019.12.02 19:13 fabianomol 7 PECADOS DO MARKETING Digital

7 PECADOS DO MARKETING Digital
#MarketingDigital #MarketingDigital


https://preview.redd.it/gx6iszthg9241.jpg?width=1920&format=pjpg&auto=webp&s=07533b29b00849e91dc5f90c52aa984451d5bcee
O que é esse Sexy Canvas?
É uma estratégia que tem o intuito de ativar o instinto das pessoas, ele basicamente utiliza os 7 pecados capitais para aguçar desejos e estimular as pessoas a agirem em prol de uma compra ou consumo.
É muito comum vermos o Business Plan, que tem a intenção de iniciar um projeto reunindo informações úteis, a fim de implementar e validar o business com um método eficiente. Pode ser uma apresentação de modelo de negócios a ser seguido e também ser utilizado como ferramenta de Marketing interno e gestão.
Já o Sexy Canvas é contra intuitivo, apesar de sempre estar próximo a nós, nos canais de televisão, propagandas de várias marcas famosas e nas mídias digitais. Esse mercado da publicidade é bem agressivo e a disputa por atenção é muito grande, então quem usa esse tipo de estratégia tem extrema vantagem sobre seus competidores.
O foco é nas Sensações dos clientes, logo utiliza-se duas grandes armas:
7 pecados capitais e Mapeamento do produto (ações, características, comunicação e etc)

https://preview.redd.it/bqt65i1ng9241.png?width=324&format=png&auto=webp&s=8a9de18fa02645aef7c9a235b54ae0062b17a400
Então o seu produto é inserido sobre a ótica desses 7 pecados capitais para que consiga mexer com as emoções do cliente, e isso é científico, as pessoas compram algo de acordo com o emocional e justificam com a parte racional do cérebro.
Não é todo mundo que precisa de muitos produtos para sua vida, a natureza em si é composta por necessidades básicas, não precisamos de muito para sobreviver. Mas ao fazer com que a pessoa visualize a dor que aquele produto/serviço cura, fica muito mais fácil que ela sinta a sensação que tal produto ou serviço provoca em sua vida.
Esse exemplo é bem comum, mas o Sexy Canvas pode ser usado em qualquer aspecto de seu Business. Existem diversas Marcas, Startups, produtos Físicos e Digitais que se adaptam em torno desse formato!
Nesse últimos dois dias
Fiz uma pequena pesquisa no meu perfil do instagram, e um método que estou aplicando, em alguns dos meus negócios, que se chama SEXY CANVA! 🔥
Usei 1 imagem no modo que digo como: Post Critico, que era criticando algo como esse:

E esse foi relatório de 24h de post:

https://preview.redd.it/qkc2qj7qg9241.jpg?width=1080&format=pjpg&auto=webp&s=71148a6cba5d9b0d64540d67430689570ecbc3cf
sso foi na quarta feira, Ontem Quinta feira, fiz um teste usando essa tecnica, começando com essa foto, e coloquei a legenda: !Fique sabendo que São Paulo ta frio e Chovendo, E que as 18:00, Vocês vão pegar transito e trem lotado!"
Parece ser um cara babaca, por postar isso, mas nisso ativei alguns pecados capitais como:
Preguiça, Inveja e podendo dizer ainda Avareza, por que não é qualquer pessoa que vai estar numa Quarta-Feira, bebendo um vinho na piscina!

Esse foi resultado da primeira postagem! Isso em apenas 4horas de post !:


Só nessa já sabia que teria ótimos resultados, e continuei....
Mais tarde, lá pra 18:00/19:00 postei essa foto, que em menos de alguns minutos, já tinha resultados, satisfatórios, postei com a legenda: "O que ta acontecendo aqui, Ele falou que a gente só ia no Paris 6, e quase não cabe no carro as compras!"


Parece bizarro mais nessa imagem, temos muita coisa, como:
Inveja, Avareza, Gula e podendo causar, até um pouco de ira nas pessoas, e os resultados de 30 min de post foram esse:


Mesmo assim continuei, e fiz mais um post, que a galera interagiu legal até por conta do horário: era umas 01: 35AM


E nessa foto a legenda foi:
-"Chegaram em mim e falaram "Esse é seu, você merece" eu não faço ideia, mas que é muito caro"
Depois postei um print da página Chrone 24h, que é um site de vendas de relógio importados. E deixei o nome do relógio no post (ROLEX DAYTONA SIlVER BLACK)
O resultado foram esses:

Isso quase 02:00 da manhã: Bom esse foi uma ótima pesquisa, que validei, e estou trazendo aqui, Veja agora alguns exemplos:
🍔GULA: Empresas como Habibs, Ragazzo, e não só isso, existem até personagens que são usados isso, exemplo simples é a Magali, não só de comida é composta a gula, mas sim o excesso de coisas, como ir num camarote e comprar diversas garrafas caras e com isso puxando já para outro pecado;
🏎🛩💵AVAREZA: o poder do luxo nem preciso citar Apple né, mas entra em milhares de coisas, como carro, dinheiro, bebidas caras, que você atrai bastante,
INVEJA, outro pecado muito comum!
😈Luxúria: essa sem dúvidas é uma que vende bastante, principalmente para público masculino, a indústria pornô cresce a cada ano, e tem lucros gigantescos!
Depois da luxúria da uma preguiça né? Kkk isso .
😴PREGUIÇA: Sem dúvidas essa aqui, existe muitas empresas, ficaria dia listando mas exemplo: Netflix, Ifood, Tinder, Happi, Uber entre diversas outras! .
🤬IRA: quem já ficou puto porque o Uber errou o caminho ou ifood demoro pra chegar sabe, essa tem um exemplo bacana: de filmes que fazem você sentir raiva do personagem, querendo que eles morra, ou vem falar que você nunca ficou com raiva da blogueirinha do insta?
💅🏻Vaidade: Falando de Instagram não podemos deixar de falar do Instagram, maior rede social voltada pra beleza, tumblr é um outro exemplo, você passa horas editando as fotos, para postar 1 que você achou boa, mas essas foi apenas alguns exemplo:
Bom esse foi ótimo Método que utilizo na minha empresa, e tenho certeza que pode te ajudar muito!

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#MarketingDigital #marketingdigital
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2019.11.25 14:14 ebookrevenda Comprar e revender produtos na internet gera bons lucros?

Comprar e revender produtos na internet gera bons lucros?

https://preview.redd.it/jv11ya1a1u041.png?width=700&format=png&auto=webp&s=2d5a580fbfb1950c0033bc225035f4fd3efcbb00
Com as novas ferramentas que estão surgindo no mercado a cada dia fazer vendas na internet algo mais simples, não somente nos “navegadores mais experientes” mas também pessoas que não tem um grande hábito de navegar na internet todos os dias já se tornam aptas a realizar vendas pela internet fazendo simples pesquisas, Hoje os meios de pagamento são bem facilitados e você não precisa de muito para estar recebendo dinheiro via internet usando o cartão de crédito usando o boleto e outras opções mais, isso no final é o que facilita muito as vendas online.
Existem duas técnicas que gostam de abordar para trabalhar pela internet, onde você pode fazer vendas e ter um bom rendimento, vamos falar um pouco sobre elas

https://preview.redd.it/0dexxqva1u041.jpg?width=448&format=pjpg&auto=webp&s=4a9ffb3676f97deaafb5929328eb3a81d2894fef
A imagem acima mostra um sistema de dropshipping semelhante ao que você citou, fazer compras pela internet e revender esses produtos, talvez você já tenha ouvido falar da técnica de dropshipping onde você vai comprar produtos importados e revendê-los aqui no Brasil, se pesquisar a fundo sobre essa técnica vai perceber que na verdade você nem mesmo precisa comprar o produto, você vai estar fazendo na verdade uma intermediação entre o comprador e o site que de fato vende o produto.
Dando uma melhor olhada na imagem acima você vai entender exatamente como tudo funciona, e vai entender que na verdade o seu papel é apresentar o produto ao comprador e posteriormente caso ele decida comprar você vai fazer a compra e mandar entregar diretamente no endereço do seu comprador.
Por muito tempo pratiquei essa técnica porém ela exige alguns cuidados, como por exemplo divulgar produtos de qualidade, pois vender um produto que não tem muita qualidade pode acabar te trazendo algum prejuízo no caso de devolução e coisas do tipo, mesmo que você não seja o Real vendedor do produto isso acaba te trazendo uma imagem caso o mesmo venha a ter algum problema ou ser de má qualidade, Então vale sempre a pena estar muito atento ao que você vai estar vendendo mesmo que seja um produto barato nunca é bom manchar a sua imagem.
Outro fator que incomoda um pouco é o tempo de entrega desses produtos, geralmente comprar produtos de outro país pode demorar algum tempo para chegar isso pode variar de um a dois meses dependendo de onde você compra os produtos e esse é o principal fator o que pode fazer com que você faça menos vendas, afinal, hoje temos centenas de sites onde a pessoa pode fazer uma compra e muita das vezes ela não vai preferir comprar no seu caso o tempo de entrega do produto seja muito grande, essa característica pode ser liberada caso você opte por fazer um pequeno estoque, comprar alguns produtos antes de vendê-los, porém aí teria a desvantagem de realmente ser responsável por esse produto que você vai estar vendendo, caso tem algum defeito na entrega ou algo do tipo você seria o responsável.
Então antes de iniciar um trabalho de dropshipping, vale a pena colocar essas coisas na mesa e verificar se de fato isso vai ser ou não um problema para você e assim tomar a sua decisão de iniciar esse trabalho, hoje temos pessoas ganhando muito dinheiro com esse sistema de vendas e nada impede que você seja mais uma dessas pessoas, basta ter um bom planejamento e com certeza vai conseguir atingir o seu objetivo.

https://preview.redd.it/d41eqc8c1u041.jpg?width=1280&format=pjpg&auto=webp&s=0e510c0f5e707d5b1868874387dff44a3e5bc267
USANDO O MARKETING DE AFILIADOS PARA SE DAR BEM, Outra técnica que prático é a revenda de produtos digitais ou até mesmo a participação em Sistemas de afiliados onde você pode revender algum produto, No meu caso é a técnica que acho mais atraente pelo fato de que não terei custo algum com produto ou devolução ou algo do tipo pois ao me cadastrar como afiliado de alguém o meu único trabalho será divulgar o produto dessa pessoa não terei outros trabalhos como entregas e nada relacionado a isso além da divulgação do produto logicamente.
Muitas pessoas precisam divulgar seus produtos e não tem tanto dinheiro para investir em marketing então acabam lançando sistemas de marketing de afiliados onde pagam comissões a terceiros para realizar a indicação de seus produtos ou divulgação dos mesmos, então basta você procurar alguma dessas pessoas que tenha algum sistema de afiliados na internet e faça vendas de algum produto, ver o valor da comissão que essa pessoa está pagando, logicamente ver a qualidade do produto, e por fim se afiliar a esse produto e começar a divulgar, como citei sempre que você realizar uma indicação ou venda Você vai ganhar uma parte do valor da venda por ter indicado o produto.
hoje o marketing de afiliados faz parte de grande parte das empresas, e não é tão difícil encontrar algum sistema de afiliados onde você possa estar cadastrando abaixo oscitar algum dos que participa E você também pode participar caso ache interessante:
PCG Programa Classificados Grátis Se trata de um software para fazer divulgação online ou seja existem milhares de pessoas interessadas nesse tipo de produto na internet e por isso é bem fácil vender, você ganha uma comissão de até 50% no valor da venda de cada cópia que realizar, o é via Mercado Pago, você pode simplesmente fazer uma conta no mercado pago não tem que pagar nada por isso e quando receber uma comissão Você pode sacar o seu dinheiro do MercadoPago para sua conta bancária.
Visitando o site vai ver que é bem atrativo e que realmente divulgando você pode fazer vendas facilmente já participou de sistema um bom tempo e tenho tido bons Lucros, logicamente Essa é apenas uma indicação, assim como esse podem existir outros programas de afiliados que venda softwares do tipo ou semelhantes E cabe a você escolher qual é o mais atrativo ou que acredite ser mais fácil de se vender.
Prmotion Site Também se trata de um software de marketing online semelhante a um software de e-mail marketing porém ao invés de enviar e-mails esse programa busca sites por uma palavra chave, visita esses sites e envia uma mensagem diretamente para o formulário de contato de cada um desses sites, a área do marketing é um nicho que me atrai bastante pois na internet o que mais se vende é o marketing e milhares de pessoas estão interessadas em comprar um cocker como esse para divulgar o seu site, para divulgar o seu produto ou para divulgar qualquer outro. A comissão pela venda de software também chega a 50% você pode dar uma olhada no site e vai ver que de fato também é algo bem atrativo e que seria bem fácil de se vender.
Espero ter respondido adequadamente, minha resposta não é embasada em nenhum curso ou em nenhum produto ou sistema específico, apenas na experiência que tenho trabalhando com divulgação pela internet e com a venda de produtos online que já pratico há um bom tempo, mais que 9 anos, e hoje faço dessa a minha principal fonte de renda.
De coração se optar por esse ramo de trabalho Espero que tenha muito sucesso, e tenha em mente que não são comentários de outras pessoas que vão te fazer ter sucesso ou não, isso depende apenas da sua dedicação e força de vontade para fazer o seu negócio alavancar-se, dedique-se a cada dia mais e logo vai ver os resultados inesperados…
Agradeço de sua parte se tiver um voto positivo a essa resposta, mais uma vez desejo sucesso e até uma próxima oportunidade ;)

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2019.10.24 14:30 Brunoekyte Como Escolher as Mídias para campanhas de marketing digital

Como Escolher as Mídias para campanhas de marketing digital
Ao planejar uma campanha surgem as dúvidas: quando usar Google Ads, Facebook Ads, e-mail marketing, automação e outras mídias? Para determinar a melhor estratégia, alguns fatores influenciam, como: amplitude do orçamento disponível, experiência do produto no mercado, perfil do público, modelo comercial e maturidade digital da empresa.
A escolha dos canais de marketing corretos é a base para o sucesso da estratégia de marketing digital. Um erro muito comum ao escolher os canais de marketing (mídias) é utilizar o método “empírico”.

O que é método empírico?

“Empírico é um fato que se apoia somente em experiências vividas, na observação de coisas, e não em teorias e métodos científicos. Empírico é aquele conhecimento adquirido durante toda a vida, no dia-a-dia, que não tem comprovação científica nenhuma. Método empírico é feito através de tentativas e erros, é caracterizado pelo senso comum, e cada um compreende à sua maneira. O conhecimento empírico é muitas vezes superficial, sensitivo e subjetivo. É conhecimento baseado em uma experiência vulgar ou imediata, não metódica e que não foi interpretada e organizada de forma racional.” O antônimo de empírico é “rigoroso”, “preciso” ou “exato”. Fonte: significados
Veja algumas situações onde o método empírico é utilizado no marketing digital. Já presenciou algum caso assim?
  1. Preferências do analista de marketing por conhecer melhor determinadas plataformas. Exemplo: sua experiência mais relevante era marketing de conteúdo, então coloca esta opção como prioridade total na estratégia da nova empresa.
  2. Preferências pessoais dos gestores, proprietários ou analista. Exemplo: o responsável pela estratégia usa mais a rede social “A” no seu dia a dia para fins pessoais. Por isso, quer ver sua empresa “bombando” nesta plataforma, pois acredita que seu público é como ele.
  3. Influenciado por determinada marca de plataforma digital que segue. Exemplo: o empreendedor segue a “marca A” de plataforma de automação, e tem pouco engajamento com as plataformas “B” de anúncios e “C” de redes sociais. Então coloca este ferramenta como centro da estratégia.
Estes cenários são mais comuns do que se imagina, e o “achismo” leva muitos negócios ao fracasso. Quando descobrem o erro já é tarde demais, muitos recursos e tempo foram perdidos. E agora os concorrentes já dominaram o cenário digital, ficando mais caro ou até mesmo impossível superá-los com os recursos disponíveis.

Criando um método científico para escolher canais de alcance

Criamos um método científico e uma ferramenta para auxiliar o planejamento de campanhas. Assim é possível acelerar o aprendizado e realizar campanhas de sucesso rapidamente. É um excelente ponto de partida, uma inspiração para sua estratégia. Conforme o avanço da maturidade digital da sua empresa, será possível utilizar dados, experiência e processos para personalizar este método e atingir resultados ainda melhores.

Tipos de mídias digitais para alcançar, atrair, encantar e converter

O método científico vai trabalhar sobre as mídias de alcance. Por isso é fundamental entender o conceito de jornada digital da publicação e os tipos de canais de marketing.

https://preview.redd.it/7m3q1ro9ehu31.png?width=502&format=png&auto=webp&s=7c28b40026e97ef90a4a600b49750850b62fc240
Caso tenha dúvidas, leia antes:
Só há um erro pior que escolher as mídias de alcance erradas: é escolher uma mídia com outra finalidade para o papel de alcançar. Nos conceitos citados acima exemplificamos os tipos de mídia para não haver dúvidas.
Exemplo: a empresa faz um investimento pesado para criar vídeos para seu canal no Youtube, com o objetivo de atrair mais clientes, e acaba com todos os recursos, ficando sem orçamento para executar campanhas de performance. O Youtube, assim como um site, pode ser uma ferramenta para alcançar clientes, desde que a publicação indexe na plataforma, conquistando relevância na busca do Google. Mas as chances de obter sucesso na busca são cada vez menores, e mesmo que ocorra pode demorar mais de um ano.
Então ao mesmo tempo que é importante prezar pelas técnicas de SEO (Search Engine Optimization) para site, blog e Youtube, não se deve contar como estratégia primária. Estas mídias apoiam a jornada digital para alcançar pessoas, mas sua função principal é receber leads de campanhas, encantá-los e levá-los para a conversão. Aliás, uma estratégia de SEO precisa do apoio de tráfego patrocinado para gerar tração. São poucas empresas com volume significativo de engajamento para ignorar esta técnica.
Então, para complementar esta estratégia dos vídeos no Youtube, seria necessário utilizar o Facebook Ads (patrocinado) ou Google Vídeo Ads para alcançar e atrair clientes para seu canal do Youtube ou website. Caso tivesse uma base de e-mails própria e de qualidade, também poderia disparar newsletter informando dos novos conteúdos. Em casos mais avançados um fluxo de automação para distribuir os conteúdos conforme perfil de cada visitante.
Resumindo, conhecer a finalidade de cada canal de marketing (mídia) é essencial para criar planos de marketing digital.

Fatores que influenciam na escolha das mídias de alcance

Para realizar uma escolha “mais científica” e “não empírica”, deve-se mapear os fatores que influenciam nos canais mais indicados. A partir disso conseguimos criar um método para escolher as mídias sociais, plataformas ou canais de marketing para as campanhas digitais.
Cada tipo de produto e negócio terá um caminho diferente na jornada de compra do cliente. Isto impacta na estratégia de mídias, públicos, horários, dias, valor de investimento e estratégia de comunicação.
Exemplo: a compra de um carro costuma ter em média 900 interações (fonte: Google). Enquanto a compra de um vinho costuma ter entre 1 a 10 pesquisas. São estratégias muito diferentes, e uma não funciona para a outra.
A estratégia como um todo é impactada por várias combinações e não é possível criar em apenas um conteúdo uma metodologia que aborde todos os fatores. Vamos focar nos itens que impactam na escolha dos canais de marketing:

Experiência do Produto no Mercado

Um dos fatores principais na estratégia de marketing digital é se o produto é disruptivo ou consolidado.
  • Produtos disruptivos são novos conceitos, ideias, tecnologias. Por exemplo, quando surgiram os primeiros celulares com “touch screen”, as primeiras ferramentas de automação de marketing, os primeiros aplicativos como Uber e Ifood, ou o carro elétrico. Por não haver uma demanda latente, é preciso estimular. É preciso agir com ações proativas, para “chegar” até o consumidor, criar desejo, educar e eliminar barreiras. Há poucas buscas diretas ou nenhuma. No caso do carro elétrico há buscas indiretas, pois as pessoas buscam os veículos tradicionais. Mídias de alcance indicadas: redes sociais, rede de display e e-mail marketing.
  • Produtos já consolidados fazem parte do cotidiano das pessoas. É preciso priorizar ações reativas, ou seja, aparecer para quem já tem a intenção de compra. O desafio principal é superar os concorrentes, tanto no alcance quanto na apresentação dos benefícios. O preço e a força da marca são fatores cruciais para a decisão. Mídias de alcance indicadas: rede de pesquisa, comparador de preço, redes sociais, rede de display e e-mail marketing.
Dúvidas? Veja o conceito de canal de alcance, atração, encantamento e conversão.
Outros fatores relevantes de produto
  • Importância do apelo visual.
  • Valor agregado: baixo valor versus alto valor.
  • Recorrência de consumo.

Perfil do Público

Há diversos fatores nos públicos que influenciam na estratégia, alguns são complexos de identificar e definir a importância. Então vamos considerar apenas o perfil de negócio, que é claro e objetivo: B2B ou B2C
  • B2B (Business to Business): negócios entre empresas. Exige ações contínuas, pois o prazo de decisão pode ser longo. Estimular o consumo é importante, porém ser reativo e aparecer no momento de compra é prioridade. Mídias de alcance prioritárias: rede de pesquisa, rede de display, redes sociais e e-mail marketing.
  • B2C (Business to Consumer): empresa para consumidor final. O B2C envolve maior escopo de ações, pois os consumidores finais estão mais espalhados nas mídias digitais. Tem maior capacidade de estimular o consumo, através de mídias pró-ativas como as redes sociais e e-mail marketing. E quando chegar o momento de compra, aparecer nas buscas de forma reativa. Mídias de alcance prioritárias: redes sociais, guias e busca local, comparador de preço, marketplace, rede de pesquisa, e-mail marketing e rede de display.
Importante: caso a empresa atenda os dois públicos, criar estratégias distintas.
Outros fatores relevantes de público
  • Faixa etária.
  • Gênero.
  • Classe social.
  • Novos versus conhecidos.

Modelo comercial

Cada vez é mais comuns as empresas terem estratégias multicanais, ou seja, loja física e e-commerce. Algumas ações vão se complementar, outras exigem estratégias separadas.
  • Venda presencial. Quando a venda é preferencial em lojas físicas, as campanhas têm o objetivo de levar pessoas até o ponto de venda. O SEO (Search Engine Optimization – otimização para mecanismos de busca) assume um papel ainda mais importante, com destaque para as soluções de busca locais, como o Google Meu Negócio. Além de campanhas proativas para despertar o consumo, a presença online no momento da busca é decisiva. Mídias de alcance prioritárias: Google orgânico (SEO), rede de pesquisa e rede social.
  • Venda online (e-commerce ou atendimento remoto). No caso de venda online, seja e-commerce ou por pedido e negociação remota, há a necessidade de atrair e manter o cliente na jornada de compra. Assim, o marketing digital invade em parte (ou toda) a área comercial. Mídias de alcance prioritárias: comparador de preço, marketplace, redes sociais, rede de pesquisa, e-mail marketing e rede de display.
Outros fatores relevantes ao modelo comercial
  • Modelo de assinatura e clubes.
  • Venda direta ou via marketplace.
  • Abrangência: mundial, nacional, regional ou local.

Classificação do orçamento

O orçamento pode ser amplo ou limitado, dependendo do tamanho do público-alvo. É uma relação entre a demanda existente e o orçamento.
Exemplo: R$ 5.000 por mês de orçamento para uma empresa que atua nacionalmente e tem um público de 2 milhões de pessoas é limitado, enquanto este mesmo orçamento para uma empresa local com 30 mil clientes potenciais é amplo.
  • Orçamento limitado. Quando o orçamento é limitado em relação ao tamanho do público-alvo, deve-se priorizar os consumidores que estão no momento de compra. É uma estratégia de curto prazo que funciona, mas com tendência de saturar o consumo. Porém lembre-se que estratégias de curto prazo têm dois efeitos colaterais principais: 1.Não permitem baixar o custo de aquisição ao longo do tempo. 2. Não promove autoridade da marca. Assim, se o mercado for competitivo, resta brigar por preço.
  • Orçamento amplo. Já nos casos de orçamento amplo é possível alcançar mais pessoas e criar uma base para vender mais a médio e longo prazo. Estes leads serão trabalhados até chegarem no momento de compra. A marca será reconhecida e terá autoridade para este público engajado, o que facilitará a decisão de compra a favor da empresa por aspectos técnicos e de confiança. Também é possível utilizar mais mídias para conquistar resultados expressivos.

Maturidade no marketing digital

Os estágios da maturidade digital podem ser classificados como iniciante, visionário, desbravador ou líder. Quando se inicia no marketing digital é necessário trabalhar com públicos segmentados (desconhecidos), pois ainda não existe uma base de remarketing e lista de e-mail captada. Também não se tem a experiência de quais canais de marketing funcionam melhor, qual a proporção adequada de investimento em cada um, e quais tipos de ações ou formato das publicações geram mais engajamento.
O avanço na maturidade do marketing digital promove maior precisão nas ações, para um público maior e mais selecionado. A equipe já sabe o que funciona, e o público principal é formado por seguidores, lista de e-mail e lista de remarketing. Assim é possível reduzir o custo por conversão.
O que define a maturidade é o quanto a empresa já caminhou no mundo digital e a experiência da equipe. De 2 a 4 anos a empresa já pode estar em estágio de visionária ou desbravadora, desde que tenha feito os investimentos corretos. Acima de 4 anos costuma estar em estágio de desbravadora ou até mesmo líder.

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Quer saber mais? Leia O que é Maturidade no Marketing digital.

Como Escolher as Mídias de alcance

A maioria das mídias de alcance são patrocinadas. Uma exceção é o e-mail marketing, porém este canal depende de maturidade digital para ter listas relevantes, e cada vez parecem ser menos efetivas após o surgimento de novos canais mais dinâmicos. O alcance orgânico reforça a estratégia e tem mais força para quem está em estágio avançado de maturidade no marketing digital.
A base da estratégia é criar um mapa entre os fatores listados anteriormente, pontuar as mídias e chegar a uma fórmula que defina os valores a serem investidos. Mas isto requer uma grande massa de dados e experiência, e não há mais como perder este tempo. O marketing digital está cada vez mais competitivo e o tempo da tentativa e erro acabou.

Como funciona o Planejador de Campanhas – Orçamento e Mídia

Com base em alguns dados do seu perfil, algoritmos inteligentes criados por especialistas utilizam milhões de dados reais. É uma combinação de:
  • Tecnologia.
  • Experiência.
  • Dados.
  • Estatística e matemática.
  • Seu perfil.

Quais informações são apresentadas no plano gerado

Baseados nesta combinação de dados, algoritmos encontram as respostas abaixo:
  • Orçamento sugerido.
  • Como seu orçamento disponível está em relação ao sugerido.
  • Previsões de alcance.
  • Quais mídias são indicadas para seu orçamento.
  • Valor indicado para cada mídia.
  • Táticas de marketing digital: performance, marketing de conteúdo, branding, etc.

O que precisa ser informado

Você informa apenas:
  • Perfil do público (B2B ou B2C) Dúvidas? Leia acima perfil do comprador
  • Tamanho do seu público (número de pessoas). Dica: utilize a ferramenta de público do Facebook Ads para simular e descobrir o tamanho do seu público segmentado. Para isso considere região, faixa etária, gênero, ocupação ou formação e interesses.
  • Maturidade digital da sua empresa (iniciante, visionário, desbravador, líder). Dúvidas? Leia acima maturidade digital.
  • Experiência do produto no mercado (disruptivo ou consolidado). Dúvidas? Leia acima experiência do produto no mercado.
  • Modelo comercial (e-commerce ou venda física). Dúvidas? Leia acima modelo comercial.

Como interpretar o plano de campanhas gerado

a) Estratégia de comunicação: anúncio ou conteúdo:
  • Anúncio: propaganda.
  • Conteúdo: texto, vídeo ou infográfico educativo, normalmente publicado em um blog próprio.
Dúvidas? Leia que é estratégia de comunicação no marketing digital.
b) Tipo de segmentação de público (segmentado, remarketing, lista de e-mail):
  • Segmentado: pessoas que tem potencial para comprar seu produto, considerando dados demográficos e interesses. As ferramentas de alcance, como Facebook Ads permitem criar e segmentar pessoas por critérios demográficos e comportamentais.
  • Remarketing: pessoas que visitaram seu site e estão rastreadas em uma mídia de alcance vinculada a ele. Para iniciantes este público costuma ser pouco expressivo.
  • Lista de e-mail: lista própria, captada ao longo do tempo com estratégias de marketing digital. Por isso só indicamos e-mail para empresas em estágio mais avançado de maturidade digital.
c) Táticas de marketing digital:
  • Marketing de performance: fazer anúncios diretos, promover publicações nas redes sociais, rede de display, rede de pesquisa, comparadores de preço, etc.
  • Marketing de conteúdo: educar o público através de textos e vídeos, falando dos seus produtos e serviços. Para ser efetivo é necessário associar ao marketing de performance, para promover os conteúdos.
  • Branding: estratégias para tornar a marca relevante. Na prática, são anúncios com objetivos para longo prazo.
  • Automação de marketing: utilizar ferramenta apropriada e criar fluxos de comunicação para educar e estimular os leads a avançarem na jornada de compra.
d) Facebook Ads: É a ferramenta do Facebook para gestão de anúncios, que abrange os canais Facebook, Instagram, Messenger e Rede de Parceiros. Sugerimos utilizar sempre os posicionamentos para Facebook Feed, Instagram Feed e Stories do Instagram. Os outros posicionamentos devem ser usados com cautela.
e) Google Shopping Ads: Somente quando for e-commerce.

Conclusão

Diversos fatores influenciam na escolha da mídia. Isto não significa que devem ser empregados métodos empíricos para planejar as campanhas. Com o método descrito acima é possível criar um ponto de partida científico. A partir disso, utilize sua experiência ou softwares mais avançados para aprimorar as técnicas de escolha.
Links relacionados:
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2019.10.22 15:08 ebookrevenda Qual o melhor site para vender o meu carro usado?


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Hoje temos centenas de sites onde você pode anunciar o seu carro usado, pesquisando um pouco mais sobre o assunto vi em uma resposta a indicação de sites como OLX, MercadoLivre entre outros sites de anúncio, e seguindo o foco vou dar uma sugestão que pode fazer com que você venda o seu usado muito mais rápido.
Existe software chamado PCG ( programa classificados grátis) Esse software serve para fazer a divulgação de produtos ou serviços online e você pode estar utilizando-o para divulgar o seu carro usado.
Como ele funciona o programa tem uma lista de sites de classificados assim como OLX e o MercadoLivre, porém não são poucos sites são mais de 200 sites cadastrados no programa, 200 sites de classificados onde você pode anunciar gratuitamente, ao adquirir o programa você vai estar adquirindo essa lista com os mais de 200 sites e também a automação que o programa faz para que você possa anunciar na lista, o PCG ( programa classificados grátis) é um programa que proporcionam a automação de anúncios nestes sites, sendo assim rapidinho você vai fazer o seu anúncio em todos os mais de 200 sites.

DICAS IMPORTANTES DE VENDA DO SEU AUTOMÓVEL


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O primeiro passo para tornar a venda do seu carro usado um sucesso é prepará-lo, consertando qualquer problema que possa atrapalhar o processo de venda, seja na parte estética ou na mecânica. Para tornar o carro que você deseja vender o mais atrativo possível aos olhos do comprador.

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Após preparar o seu carro usado e deixá-lo tinindo para vender, está na hora de anunciá-lo. Você pode escolher dentre as várias formas de anunciar, que pode ser por meio de jornais, boca a boca, uma placa afixada no carro ou pela internet. Virtualmente é bem simples e prático, Como eu disse antes e você pode anunciar em mais de 200 sites usando o programa PCG ( programa classificados grátis).

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Cadastre os detalhes do carro e todos os opcionais, Não se importe se o seu anúncio ficar muito grande em relação aos outros. O comprador gosta de ter o máximo de informações possível.

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Informe sobre a documentação, É muito importante que você coloque todos os detalhes sobre a documentação do veículo. Informe no anúncio se há multas, se os impostos estão com o pagamento em dia e se a vistoria foi realizada.

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Dica de segurança importante para você: Marque sempre com o interessado em um local público Para sua segurança, marque com o comprador em um local público para que ele verifique de perto o veículo.

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Retire todas as customizações, Um carro customizado pode agradar, mas não há como garantir que agradará a todos, visto que se tratam de modificações feitas com base no gosto de cada pessoa.

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Preços atraentes e justos, Existem duas questões a considerar nesse ponto: nem sempre o valor do veículo é atraente ao comprador; e o valor abaixo da média pode causar desconfiança no interessado. Então pense em algo entre essas duas opções.

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RECEBENDO OS INTERESSADOS Essa é a parte que mais exige paciência, pois você pode demorar meses para vender seu veículo. Mesmo assim, receba qualquer pessoa interessada com educação. Não se esqueça de marcar um horário específico, pois assim você terá tempo de dar uma limpada rápida no veículo antes da pessoa chegar.

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FECHANDO O NEGÓCIO Se tudo der certo e você aceitar uma proposta, tenha alguns cuidados. Não aceite o pagamento em dinheiro ou cheque, mas procure fazer tudo através do banco. E não se esqueça de preencher o certificado de registro com os dados do novo comprador, enviando uma cópia ao Detran, evitando assim qualquer dor de cabeça com multas ou outros problemas futuros.


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Espero ter respondido de forma adequada e espero também que você possa ter algum proveito de minha resposta, assim como outras pessoas que estejam lendo, ficarei muito grato se compartilhar ou der um voto positivo ;) assim posso ganhar alguns seguidores a mais, Espero de coração que consiga vender o seu automóvel rapidinho usando essas técnicas que citei, abraços e até uma próxima oportunidade.
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2019.06.07 23:31 realistahomem Foram identificados os bandidos que mataram a advogada

Foram identificados os bandidos que mataram a advogada

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Policiais da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) identificaram, no início da tarde desta quarta-feira, os dois suspeitos do envolvimento no assassinato da estudante Marcela de Souza Oliveira, de 26 anos, em Nova Iguaçu. Os agentes prenderam Moisés Amorim da Silva, de 18 anos, e conseguiram identificar Nilton Pereira como o autor do disparo. Ele está foragido e sendo procurado pela especializada. Marcela foi morta com um tiro na nuca no último sábado. Cerca de 40 minutos após o crime, Moisés publicou um anúncio de venda do telefone da vítima em uma página da internet.
https://extra.globo.com/casos-de-policia/bandidos-que-mataram-estudante-em-nova-iguacu-anunciaram-telefone-roubado-da-jovem-40-minutos-depois-23719482.html
Revoltante!
Destaco este trecho da reportagem:
o suspeito de ser o atirador já tem um longo histórico com a polícia. Nilton tem sete passagens por roubo, três por homicídio, além de acusações de latrocínio, tentativa de homicídio, porte de arma e tráfico. Ele também é suspeito de ser ligado a uma milícia que atua no município de Queimados, na Baixada Fluminense.
Nilton Pereira também já era investigado pela DH-BF por um outro assassinato. No dia 4 de dezembro de 2018, ele teria sequestrado um motorista de aplicativo e usado o veículo para praticar uma série de roubos e um homicídio. De acordo com Moisés Santana, os crimes ocorreram em Nova Iguaçu. Após chamar o carro por um aplicativo, ele e um comparsa renderam o motorista , na altura do Bairro Vila de Cava. Em seguida, exigiram que a vítima continuasse conduzindo o veículo que foi usado numa série de roubos. Segundo a polícia, em outro ponto do município, a dupla pediu para o motorista estacionar o veículo.
Caramba. O que um bandido como este fazia solto? Não tem desculpa, os juízes responsáveis por soltar este vagabundo são também responsáveis pela morte desta mulher. Um absurdo isso.
Por isso que eu digo: BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO. Bandido vivo é isso aí, é risco para os cidadãos de bem ou é despesa para a sociedade (preso). Este tipo de bandido tem que matar. Se tivessem matado este bandido, esta advogada estaria viva.
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2019.04.29 20:39 capeachino Devo recorrer contra multa da SEMOB quando o carro não é mais minha propriedade?

Deixei o carro do meu falecido irmão numa loja de usados e este foi vendido em Março para o novo comprador. No entanto, como não fui avisada da venda, a loja não fez a comunicação de venda nem transferência.
O novo comprador estava dirigindo o carro em meu nome, sem meu conhecimento, quando fez uma infração gravíssima de trânsito captada pelo radacâmera da SEMOB (avançou sinal vermelho). O ocorrido foi em Abril.
Quando recebi a multa pelo Correio e fiquei ciente de tudo, fiz logo a comunicação de venda.
Minha dúvida é se ainda devo entrar com recurso na SEMOB mesmo após a comunicação de venda. Ou se a multa/pontos são transferidas automaticamente após a comunicação compravar a data de assinatura do CRV.
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2018.09.29 04:06 seucarro Carros no Brasil, como comprar um carro usado

Carros no Brasil, como comprar um carro usado
Encontre milhares de ofertas de carros a venda. Confira anúncios de carros particulares, de revenda, concessionária, usados e seminvovos em todos os Estados do Brasil.

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SeuCarro Classificados é novo conceito no mercado de compra e venda de carros usados, seminovos e novos no Brasil, onde vendedores e compradores de veículos se encontram para fazer bons negócios.
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Confira a lista de sublinks com as páginas mais úteis do site de classificados SeuCarro.net

Confira dicas para vender seu carro de forma segura

Saiba como comprar um carro de forma mais segura: Para não levar gato por lebre, siga nossas dicas e adquira um ótimo seminovo
Com a instabilidade financeira que assombra o mercado, os reajustes dos veículos 0km tem subido mensalmente e é claro que o consumidor tende a reclamar, visto que os valores não consistem em sinônimo de boa compra.
Assim, é fácil encontrar veículos que não oferecem sequer um ar-condicionado e, em algumas vezes, nem direção hidráulica; itens que fazem falta no território brasileiro por conta do clima e da condição das estradas. Diante dessa situação, o brasileiro optou por adquirir carros seminovos e usados ao invés dos 0km.
Como toda vantagem tem um “porém”, essa não é diferente. Cabe ao consumidor checar o veículo antes da compra e averiguar se de fato é um bom negócio. Veja as dicas que preparamos e avalie o seu próximo veículo, evitando futuros prejuízos.

1- O que olhar primeiro no usado ou seminovo na hora da compra?

Apresentamos dois passos: o primeiro é escolher uma concessionária da marca do veículo desejado, pois, geralmente, os carros vendidos nesses locais são mais confiáveis e “honestos” quanto aos dados do automóvel.
O segundo é sempre levar um mecânico de confiança junto, com um especialista ao lado fica difícil passar algo despercebido e ele saberá por onde começar a avaliar o veículo.

2- Qual o melhor local para a compra de carros usados ou seminovos?

Primeiro opte pela concessionária da marca pretendida ou loja. Esses locais sempre fazem uma análise antes de entregar o veículo ao novo proprietário, verificando se é um carro sinistrado ou se existe algum bloqueio administrativo.
Outros locais bons para a compra são as locadoras de veículos, pois elas oferecem carros que são adquiridos de um único dono.

3- Visualmente, o que devemos olhar primeiro?

Ao checar o veículo sempre olhe os itens de segurança, como a validade do extintor, as chaves de rodas no porta-malas, o triângulo de sinalização e a condição do estepe.
É interessante, ainda, verificar os níveis de óleo do motor e a periodicidade da troca, pois, assim é possível averiguar em que condições está o motor e como o antigo dono fazia a manutenção do veículo.

4- Falando de mecânica: quais testes devem ser feitos?

A dica é: ligue o motor em marcha lenta e sinta o ruído do carro e a vibração no volante e no câmbio (caso o carro seja manual).
Um simples teste desses pode ser feito com uma volta no quarteirão, fazendo com que se averigue se há folga no pedal do freio e como estão os amortecedores ao passar por um buraco.
Aqui vale a dica de antes: leve um mecânico junto, como ele é um profissional da área, ao ligar o carro identificará possíveis problemas.

5- Alguma dica para saber se o carro foi batido ou não?

Geralmente, é visível a percepção de uma batida no veículo. Por isso, por garantia, verifique o alinhamento das portas, capôs e bagageiro.
Veja se há diferenças nas tonalidades da cor na lataria; verifique os parafusos, principalmente os das portas, pois quando o carro sai da fábrica eles vêm pintados com a mesma tinta do carro, se eles estiverem de outro tom ou espanados é sinal de que alguém já mexeu neles.

6- Depois da compra do carro, quais os procedimentos burocráticos?

Primeira coisa: faça o comunicado de venda do carro no Detran (Departamento Estadual de Trânsito) e transfira-o num prazo de 30 dias.
No site do Detran é possível ver um passo a passo de como proceder com a documentação e verificar as pendências do veículo; caso haja algo atrasado, a transferência só é efetivada com a quitação da dívida pendente.

7- É possível saber se foram feitas revisões anteriores?

Dê preferência para os veículos que possuem o manual do proprietário, é lá que estão todos os carimbos das revisões feitas. Para averiguar o recall peça ao vendedor a carta de convocação e o comprovante da autorizada, é ele quem possui essa documentação que deverá ser entregue ao novo proprietário.

8- E como saber se consta alguma pendência jurídica?

Simples: com o número do CPF ou CNPJ do antigo dono em mãos, basta acessar o site do Detran, da Secretaria da Fazenda ou o site da prefeitura do município e fazer a consulta do veículo.

9- E quanto à autenticidade do chassi e do motor?

Em qualquer unidade do Detran eles irão te aconselhar a fazer uma vistoria do veículo para garantir a legalidade do veículo. Ela é gratuita e ainda verifica os itens essenciais do carro, como os retrovisores, pneus, extintores, espelhos, entre outros. Após a vistoria, o laudo sai em até 30 dias, tempo para o processo da transferência.

10- Há proteção jurídica para a compra de carro de um particular? E de estabelecimento comercial?

Nas concessionárias e nas lojas o consumidor e assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor, tendo um prazo de 90 dias da data da compra para reclamar de vícios existentes no carro, não se restringindo apenas a defeitos no motor e na caixa cambial.
Já no caso de uma compra com particular, o regimento se dá pelo Código Civil, mas a burocracia é mais complicada e lenta, pois caso dê algum problema será necessária a contratação de um advogado para ajuizar uma ação.
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2018.09.22 17:54 seucarro Como vender um carro usado com mais segurança

Saiba como comprar um carro de forma mais segura: Para não levar gato por lebre, siga nossas dicas e adquira um ótimo seminovo

Com a instabilidade financeira que assombra o mercado, os reajustes dos veículos 0km tem subido mensalmente e é claro que o consumidor tende a reclamar, visto que os valores não consistem em sinônimo de boa compra.
Assim, é fácil encontrar veículos que não oferecem sequer um ar-condicionado e, em algumas vezes, nem direção hidráulica; itens que fazem falta no território brasileiro por conta do clima e da condição das estradas. Diante dessa situação, o brasileiro optou por adquirir carros seminovos e usados ao invés dos 0km.
Como toda vantagem tem um “porém”, essa não é diferente. Cabe ao consumidor checar o veículo antes da compra e averiguar se de fato é um bom negócio. Veja as dicas que preparamos e avalie o seu próximo veículo, evitando futuros prejuízos.
Artigo relacionado: Melhores carros usados custo benefício

1- O que olhar primeiro no usado ou seminovo na hora da compra?

Apresentamos dois passos: o primeiro é escolher uma concessionária da marca do veículo desejado, pois, geralmente, os carros vendidos nesses locais são mais confiáveis e “honestos” quanto aos dados do automóvel.
O segundo é sempre levar um mecânico de confiança junto, com um especialista ao lado fica difícil passar algo despercebido e ele saberá por onde começar a avaliar o veículo.
Vendendo o carro? Anuncie para mais de 7 milhões de potenciais compradores em todo o Brasil gratuitamente e venda seu carro usado ou seminovo de forma rápida e segura.

2- Qual o melhor local para a compra de carros usados ou seminovos?

Primeiro opte pela concessionária da marca pretendida ou loja. Esses locais sempre fazem uma análise antes de entregar o veículo ao novo proprietário, verificando se é um carro sinistrado ou se existe algum bloqueio administrativo.
Outros locais bons para a compra são as locadoras de veículos, pois elas oferecem carros que são adquiridos de um único dono.

3- Visualmente, o que devemos olhar primeiro?

Ao checar o veículo sempre olhe os itens de segurança, como a validade do extintor, as chaves de rodas no porta-malas, o triângulo de sinalização e a condição do estepe.
É interessante, ainda, verificar os níveis de óleo do motor e a periodicidade da troca, pois, assim é possível averiguar em que condições está o motor e como o antigo dono fazia a manutenção do veículo.

4- Falando de mecânica: quais testes devem ser feitos?

A dica é: ligue o motor em marcha lenta e sinta o ruído do carro e a vibração no volante e no câmbio (caso o carro seja manual).
Um simples teste desses pode ser feito com uma volta no quarteirão, fazendo com que se averigue se há folga no pedal do freio e como estão os amortecedores ao passar por um buraco.
Aqui vale a dica de antes: leve um mecânico junto, como ele é um profissional da área, ao ligar o carro identificará possíveis problemas.

5- Alguma dica para saber se o carro foi batido ou não?

Geralmente, é visível a percepção de uma batida no veículo. Por isso, por garantia, verifique o alinhamento das portas, capôs e bagageiro.
Veja se há diferenças nas tonalidades da cor na lataria; verifique os parafusos, principalmente os das portas, pois quando o carro sai da fábrica eles vêm pintados com a mesma tinta do carro, se eles estiverem de outro tom ou espanados é sinal de que alguém já mexeu neles.

6- Depois da compra do carro, quais os procedimentos burocráticos?

Primeira coisa: faça o comunicado de venda do carro no Detran (Departamento Estadual de Trânsito) e transfira-o num prazo de 30 dias.
No site do Detran é possível ver um passo a passo de como proceder com a documentação e verificar as pendências do veículo; caso haja algo atrasado, a transferência só é efetivada com a quitação da dívida pendente.

7- É possível saber se foram feitas revisões anteriores?

Dê preferência para os veículos que possuem o manual do proprietário, é lá que estão todos os carimbos das revisões feitas. Para averiguar o recall peça ao vendedor a carta de convocação e o comprovante da autorizada, é ele quem possui essa documentação que deverá ser entregue ao novo proprietário.

8- E como saber se consta alguma pendência jurídica?

Simples: com o número do CPF ou CNPJ do antigo dono em mãos, basta acessar o site do Detran, da Secretaria da Fazenda ou o site da prefeitura do município e fazer a consulta do veículo.

9- E quanto à autenticidade do chassi e do motor?

Em qualquer unidade do Detran eles irão te aconselhar a fazer uma vistoria do veículo para garantir a legalidade do veículo. Ela é gratuita e ainda verifica os itens essenciais do carro, como os retrovisores, pneus, extintores, espelhos, entre outros. Após a vistoria, o laudo sai em até 30 dias, tempo para o processo da transferência.

10- Há proteção jurídica para a compra de carro de um particular? E de estabelecimento comercial?

Nas concessionárias e nas lojas o consumidor e assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor, tendo um prazo de 90 dias da data da compra para reclamar de vícios existentes no carro, não se restringindo apenas a defeitos no motor e na caixa cambial.
Já no caso de uma compra com particular, o regimento se dá pelo Código Civil, mas a burocracia é mais complicada e lenta, pois caso dê algum problema será necessária a contratação de um advogado para ajuizar uma ação.

Boas vendas!

Redação SeuCarro.net Classificados
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2018.09.22 04:39 seucarro 4 Carros Usados com Melhor Custo Benefício

Melhores carros custo-benefício usados e seminovos, confira a matéria especial com os 20 melhores carros usados atualmente.
Todo mundo conhece o velho jargão “ano novo, vida nova”, e por que não mudar esse jargão para “ano novo, carro seminovo”?! Então, prepare-se para a listagem com os melhores carros usados e seminovos com melhor custo benefício que montamos para ajudar na sua escolha.
Separamos 20 modelos considerados os melhores carros custo-benefício utilitários e mais vendidos que você poderá encontrar na garantia e com preços muito acessíveis e o melhor: sem ter preocupações com a assistência técnica.
Vem com a gente e leia a reportagem até o fim e descubra o quanto você poderá economizar neste ano.

1.TOYOTA COROLLA XEi 2014

Justificando-se a supervalorização do Corolla por conta da lei da oferta e da procura e sua grande saída no mercado, podemos perceber que quando foi lançado o Toyota Corolla custava R$ 79.900 em 2013, hoje passou a custar R$ 89.490 (12% a mais), o que é um ajuste um tanto pavoroso.
Contudo, esta geração é a mais rentável do Toyota Corolla e ainda é a mesma que está à venda nas lojas. Com a versão do Corolla 2014 é possível economizar R$12.490 em vista do modelo deste ano, é idêntico ao zero quilômetro e ainda possui mais um ano de garantia.
Leia também: Novo corolla 2018

2. HYUNDAI HB20X 2014

Para quem gosta do Hyundai HB20X agora é o momento. Com a chegada da linha 2016 as concessionárias o valor do veículo caiu aproximadamente 5%.

3. HONDA CR-V 2013

Esse modelo possui um novo design, que resumindo é aquele Honda CR-V que apareceu com a cara de Volvo na traseira e a dianteira que faz lembrar os novos Honda.
Do modelo anterior, manteve o mesmo espaço interno latifundiário, o motor 2.0 de 155 cv e o câmbio automático de cinco marchas, que também é o do modelo atual. No lançamento de 2013, o Honda CR-V virou flex, e é essa versão que pode ser encontrada por R$ 84.900.
O Honda CR-V 2013 possui o porta-malas maior (com 33 litros a mais, totalizando 589 litros) e é o precursor da linha quando se trata do sistema ECON, oferecendo ao condutor a economia de combustível, alertando a ele com feixes luminosos ao redor do velocímetro. No velocímetro, quando a luz fica branca significa que se está acelerando muito e quando acende a verde indica mais economia.
Damos preferência para a versão LX, pois as principais distinções estão na estética e não em sua funcionalidade e quando comparado ao modelo EXL são mínimas, sendo que a mais cara só era comercializada com tração 4WD e as versões EXL desde setembro de 2013 vieram com tração 4x2.
Leia também: Novo CR-V 2018

4. VOLKSWAGEN HIGH UP 2014

O Up quase não bebe nada e é um dos campeões quando se trata de segurança. É bem confortável para dirigir, pois possui motor e câmbios que trabalham com refinamento, e isso de certo forma permite alguns abusos. A questão é: ele custa R$ 45.990, enquanto que o Up TSi custa R$ 44.790.
Teoricamente, isso se deve a lei da oferta e da procura, ou seja, com a baixa procura pelos modelos mais equipados dos Ups usados o seu preço caiu. Economizando R$ 9 mil é possível encontrar um High Up 2014, com rodas de liga leve, ar-condicionado e direção hidráulica.
E, não se esqueça: eles são o mesmo carro! Com uma boa pesquisa, você ainda pode encontrar uma unidade com o Maps&More (Multimídia e GPS) sem custos adicionais, visto que no Up 2016 esse item não sai por menos que R$ 1.518 extras.
Comparando os valores, vemos que o HB20X 2016 sai por R$ 59.395 (automático), já o modelo do HB20X 2014 custa R$ 44.900, com sistema Blue Nav, indisponível na Style atual, e câmbio automático de 4 marchas. Se fizer uma boa pesquisa, é possível encontrar modelos com bancos em couro sem custo adicional.
Porém, nem tudo é vantajoso. A versão nova do Hyundai HB20X possui câmbio automático de seis marchas, direção elétrica, sendo mais suave nas manobras de estacionamento, o que a versão de 2014 não possui. Aí cabe avaliar a economia de R$ 14.495.

Essa são as nossas dicas, se você estiver vendendo um carro, Anuncie e venda carros usados ou seminovos em qualquer cidade do Brasil. Somos um novo conceito no mercado de compra e venda de carros usados, seminovos e novos no Brasil, onde vendedores e compradores de veículos se encontram para fazer bons negócios.


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2018.09.22 04:24 seucarro Como anunciar e vender um carro usado na internet

Como anunciar e vender um carro usado na internet criando um anuncio mais atrativo

Os apaixonados por carros sabem muito bem que o sucesso na hora de vender um carro está ligado à atratividade do anúncio, quer seja em jornais ou em sites de classificados.
Abaixo, apresemtamos as principais dicas de como criar um anúncio perfeito para vender seu carro na internet.

Como anunciar e vender seu carro na internet

1. Descrição
Sabemos que quem é aficionado por carro sempre irá descrever bem o seu “filhote”, porém, no quesito descrição é bom pautar-se em algo direto e preciso, ou seja, a melhor forma de descrever o seu veículo é colocar as suas características principais, como: a marca do carro, o modelo, a quilometragem, o ano de fabricação, o ano da compra, a cor, o número de portas bem como o tipo de combustível.
Não se esqueça de colocar os acessórios, isso sempre atrai o comprador. Quanto mais informações relevantes você apresentar em seu anúncio, mais serão os candidatos a comprar o seu veículo.
2. Imagem
Há quem diga que “imagem é tudo”, então, invista em uma boa foto do seu carro para o anúncio.
Nesse ponto, a primeira dica é: prepare seu carro para as fotos, não vá tirar fotos do carro sem uma limpeza básica, pois isso mostra certa descuido, se ele estiver limpo sua beleza será realçada e o possível comprador verá que o dono é caprichoso, o que passa segurança ao interessado.
Também, procure um local iluminado para tirar as fotos, nada de locais escuros; quanto mais claro o ambiente mais será valorizado os detalhes do carro, como os acessórios, painel, faróis, dentre outros equipamentos que podem encher o olho do consumidor.
3. Preço
Apresentar o preço não é uma tarefa fácil, porém, é necessária. Para não errar nesse quesito, consulte primeiramente a Tabela Fipe, nela temos uma média de preços dos carros no mercado nacional, e isso servirá para que você apresente o valor a ser anunciado.
Vale lembrar que o preço do veículo varia de acordo com a região, estado de conservação, cor, acessórios equipados ou qualquer outro aspecto que possa valorizar seu preço final.

4. Comunicação
Deixe bem claro os dados para contato. Se possível crie um e-mail apenas para esta finalidade. Não esqueça de estar sempre alerta e disponível para responder ao possível comprador. Lembre-se: ninguém gosta de esperar dias para receber uma resposta.
5. Título
Coloque um título objetivo, essa é a forma mais fácil de emplacar a sua venda. Não há fórmula para isso, mas você pode visitar alguns sites de vendas de veículos e ter uma base de como anunciar; perceba que na maioria dos anúncios os títulos se restringem a colocar a marca, o modelo, especificações, motor, número de portas, ano e cor.
Ainda não decidiu onde anunciar o seu veículo?
O site de Classificados SEUCARRO.NET oferece um plano grátis no qual você pode adicionar anúncios ilimitados gratuitamente, ideal para particulares, revendas e concessionárias de veículos. Anuncie seu veículo para milhares de potenciais compradores em todo o Brasil.

Boas vendas!

Continuação
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2018.06.24 14:37 StratcomOPS Criar um Stand de Carros, o quê que realmente se passa?

Sempre gostei de carros e gostava de ter o meu stand para vender carros usados de gama média.
Já à uns tempos para cá, que tenho tentado analisar como é que os outros stands fazem negócios e têm sucesso.
É precisamente isto que me está a criar confusão. Ter sucesso.
Para vos dar um exemplo recente, não sei se algum de vocês seguiu a casa dos segredos 5, mas havia lá um tipo chamado Daniel Gregório, que criou o seu próprio stand de venda de carros e postou uns vídeos no instagram.
Assim do "nada", logo a começar o stand, ele tinha 2 Porches GT2, Peugeot 508, Renault Megane, Audis, Smarts, Mercedes, etc.
Eu muito sinceramente nunca percebi isto, eu não o conheço além desse programa (que ele não ganhou), mas tenho a certeza que ele não tinha dinheiro nem de perto nem de longe para comprar esses carros todos, o que me trás à pergunta: Como é possível arranjar esses carros todos para vender?
Não tenho conhecimentos praticamente nenhuns com pessoal do ramo, mas em "conversas de café", já ouvi quem diga que a grande maioria dos carros que estão nesses stands, não são do dono do stand, mas sim de particulares.
Custa-me acreditar nisto, mas realmente é a opção mais lógica.
Agora em termos legais, eu se for a um stand, compro um carro que não é do stand? Como é que isto funciona a nível de impostos, a nível de garantias, a nível de empréstimos... sinceramente, eu não percebo, mas gostava de perceber.
Será que alguém aqui tem conhecimento dos procedimentos que esses stands fazem para terem sucesso (legalmente)?
Eu queria abrir o meu próprio stand, mas se os outros tiverem vantagens sobre mim que eu não conheço, estou destinado a falhar.
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2018.05.23 15:23 darius_flynt Comprei um carro de uma PCD que tinha desconto no IPVA e descobri que na transferência da propriedade é necessário pagar a diferença no desconto no IPVA. Quem tem q pagar?

Olá! Minha dúvida é a seguinte: Comprei um carro usado de uma pessoa com o benefício do desconto no IPVA para PCD. Só q agora que fui fazer a vistoria no DETRAN eles me informaram que tenho q pagar a diferença no desconto que foi dado no IPVA. Daí que eu queria saber de quem seria a responsabilidade de pagar essa diferença... seria eu, o novo dono, ou a proprietária anterior?
p.s.: Ela não me informou no ato da venda. Acredito q foi por desconhecimento mesmo.
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